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Tipos de Ações no Brasil: Qual é o Ideal para o Seu Perfil de Investidor?

Você está pronto para investir no promissor mercado de ações brasileiro, mas se sente perdido diante de tantas opções?

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Investidor sorrindo ao analisar o crescimento de suas ações na B3.

Você está pronto para investir no promissor mercado de ações brasileiro, mas se sente perdido diante de tantas opções? A escolha de ações no Brasil de acordo com o perfil do investidor é crucial para o sucesso. Neste guia completo, vamos explorar os diferentes tipos de ações disponíveis na B3 e como identificar as mais adequadas para você.

Entendendo o Mercado de Ações Brasileiro

O mercado de ações é um ambiente dinâmico onde empresas negociam partes de seu capital, representadas por ações. Investir em ações significa tornar-se sócio de uma empresa, participando de seus lucros e, em contrapartida, também de seus riscos. No Brasil, a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a principal bolsa de valores, onde essas negociações acontecem.

O Que São Ações?

Antes de tudo, ações são pequenas frações do capital social de uma empresa. Ao comprar ações, você se torna acionista e tem direito a uma parte dos lucros da empresa, distribuídos na forma de dividendos. Além disso, você pode lucrar com a valorização das ações no mercado.

Tipos de Ações Negociadas na B3

No mercado de ações brasileiro, existem diferentes tipos de ações, cada um com suas características e direitos. Os principais são:

  • Ações Ordinárias (ON): Dão direito a voto nas assembleias gerais da empresa. Contudo, isso significa que você pode participar das decisões importantes da companhia. São identificadas pelo final “3” no código da ação (ex: PETR3).
  • Ações Preferenciais (PN): Priorizam o recebimento de dividendos e o reembolso do capital em caso de liquidação da empresa, mas geralmente não dão direito a voto. São identificadas pelo final “4” no código da ação (ex: PETR4).
  • Units: São pacotes de ações, geralmente compostos por ações ordinárias e preferenciais. São identificadas pelo final “11” no código da ação (ex: ITUB11).

Qual a Diferença Entre ON e PN?

A principal diferença entre ações ON e PN reside nos direitos que elas conferem aos acionistas. As ações ON dão direito a voto, permitindo que o investidor participe das decisões da empresa. Ao passo que, as ações PN priorizam o recebimento de dividendos, o que pode ser interessante para quem busca renda passiva.

Como Descobrir Seu Perfil de Investidor

A escolha de ações no Brasil de acordo com o perfil do investidor é fundamental para evitar frustrações e maximizar seus retornos. Existem três perfis principais:

  • Conservador: Prioriza a segurança e a preservação do capital. Aceita retornos menores em troca de menos risco.
  • Moderado: Busca um equilíbrio entre segurança e rentabilidade. Tolera um certo nível de risco para obter retornos mais expressivos.
  • Arrojado: Prioriza a rentabilidade e está disposto a correr altos riscos para alcançar seus objetivos financeiros.

Teste de Perfil de Investidor

Muitas corretoras oferecem testes online para ajudar você a identificar seu perfil. Portanto, esses testes avaliam sua tolerância ao risco, seus objetivos financeiros e seu horizonte de investimento.

A Escolha de Ações no Brasil de Acordo com o Perfil do Investidor

Agora que você conhece os tipos de ações e seu perfil de investidor, vamos ver como combiná-los:

  • Conservador: Ações de empresas sólidas e com histórico consistente de pagamento de dividendos (blue chips) podem ser uma boa opção. Ações PN também podem ser interessantes, devido à prioridade no recebimento de dividendos.
  • Moderado: Uma carteira diversificada, com ações de diferentes setores e tipos, pode ser uma boa estratégia. Ações ON e PN podem ser combinadas para equilibrar risco e retorno.
  • Arrojado: Ações de empresas com alto potencial de crescimento (small caps) e ações de setores mais voláteis podem ser consideradas. Da mesma forma, é importante estar ciente dos riscos envolvidos e ter uma estratégia de gerenciamento de risco bem definida.

Diversificação é a Chave

Independentemente do seu perfil, a diversificação é fundamental para reduzir os riscos do investimento em ações. Não coloque todos os seus ovos na mesma cesta. Invista em ações de diferentes setores e empresas.

Análise Fundamentalista e Técnica

Para tomar decisões de investimento mais informadas, é importante conhecer as duas principais abordagens de análise de ações:

  • Análise Fundamentalista: Avalia a saúde financeira da empresa, seus resultados, perspectivas de crescimento e o setor em que atua.
  • Análise Técnica: Analisa os gráficos de preços das ações, buscando padrões e tendências que podem indicar oportunidades de compra e venda.

Ferramentas e Recursos

Nesse sentido, existem diversas ferramentas e recursos disponíveis para auxiliar na análise de ações, como plataformas de análise fundamentalista, softwares de análise técnica e relatórios de corretoras.

A Importância do Acompanhamento Constante

O mercado de ações é dinâmico e está em constante mudança. É importante acompanhar seus investimentos regularmente, monitorar o desempenho das empresas em que você investiu e estar atento às notícias e eventos que podem afetar o mercado.

Rebalanceamento da Carteira

Eventualmente, é recomendável rebalancear sua carteira de ações, ajustando a proporção de cada ativo para manter o alinhamento com seu perfil de investidor e seus objetivos financeiros.

Estratégias de Investimento em Ações

Existem diversas estratégias de investimento em ações, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Algumas das mais populares são:

  • Buy and Hold: Comprar ações e mantê-las por um longo período, aproveitando o crescimento da empresa e o pagamento de dividendos.
  • Day Trading: Comprar e vender ações no mesmo dia, buscando lucrar com as pequenas variações de preço.
  • Swing Trading: Comprar e vender ações em um período de alguns dias ou semanas, buscando lucrar com as tendências de curto prazo.

Qual Estratégia é a Melhor Para Você?

A escolha da estratégia de investimento ideal depende do seu perfil de investidor, seus objetivos financeiros e, eventualmente seu nível de conhecimento e experiência no mercado de ações.

Custos Envolvidos no Investimento em Ações

Ao investir em ações, é importante estar ciente dos custos envolvidos, que podem impactar seus retornos. Os principais custos são:

  • Taxa de Corretagem: Cobrada pela corretora a cada ordem de compra ou venda de ações.
  • Taxa de Custódia: Cobrada pela corretora para manter suas ações custodiadas.
  • Imposto de Renda: Incide sobre os lucros obtidos com a venda de ações.

Como Reduzir os Custos

É possível reduzir os custos do investimento em ações pesquisando corretoras com taxas mais baixas, utilizando plataformas de investimento que oferecem corretagem zero e planejando suas operações. Evitando afinal, o pagamento excessivo de taxas.

Riscos do Investimento em Ações

O investimento em ações envolve riscos, e é importante estar ciente deles antes de começar a investir. Os principais riscos são:

  • Risco de Mercado: Variações no preço das ações devido a fatores como notícias, eventos econômicos e humor do mercado.
  • Risco de Empresa: Problemas financeiros ou operacionais da empresa em que você investiu.
  • Risco de Liquidez: Dificuldade em vender suas ações rapidamente a um preço justo.

Como Gerenciar os Riscos

É possível gerenciar os riscos do investimento em ações diversificando sua carteira, investindo em empresas sólidas e com bons fundamentos, acompanhando seus investimentos regularmente e utilizando ferramentas de gerenciamento de risco, como stop loss.

O Impacto da Taxa Selic no Mercado de Ações

A taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, tem um impacto significativo no mercado de ações. Assim, quando a Selic está alta, os investimentos em renda fixa se tornam mais atraentes, o que pode levar a uma queda no mercado de ações. Por outro lado, quando a Selic está baixa, o mercado de ações tende a se tornar mais atrativo, impulsionando os preços das ações.

Estudos mostram que, em períodos de Selic baixa, o Ibovespa (principal índice da B3) tende a apresentar um desempenho superior à média histórica.

Ações e a Inflação: Protegendo Seu Patrimônio

Investir em ações pode ser uma forma de proteger seu patrimônio da inflação. Historicamente, as ações tendem a superar a inflação no longo prazo, oferecendo um retorno real superior ao de outros investimentos.

De acordo com um estudo da FGV, as ações brasileiras renderam, em média, 7% acima da inflação nos últimos 20 anos.

O Futuro do Mercado de Ações no Brasil

O mercado de ações brasileiro tem um grande potencial de crescimento nos próximos anos. O aumento do número de investidores, a queda da taxa de juros e as reformas econômicas podem impulsionar o mercado e gerar boas oportunidades de investimento.

Uma pesquisa da B3 revelou que o número de investidores pessoa física na bolsa de valores brasileira cresceu mais de 100% nos últimos dois anos.

Conclusão

A escolha de ações no Brasil de acordo com o perfil do investidor é um passo fundamental para o sucesso no mercado de ações. Conhecer os diferentes tipos de ações, identificar seu perfil de investidor e adotar uma estratégia de investimento adequada são passos essenciais para construir uma carteira de ações rentável e alinhada com seus objetivos financeiros. Lembre-se de que o investimento em ações envolve riscos, e é importante estar ciente deles e tomar medidas para gerenciá-los.

Quer começar a investir em ações agora mesmo? Abra sua conta em uma corretora de confiança e comece a construir seu futuro financeiro! Acesse https://sharksinvestment.com.br para mais dicas e informações sobre investimentos.

Perguntas Frequentes (FAQ)

  • Qual o melhor tipo de ação para iniciantes? Ações de empresas sólidas e com histórico de dividendos, como as blue chips, costumam ser uma boa opção para iniciantes.
  • Como saber se uma ação está cara ou barata? Utilize a análise fundamentalista para avaliar os indicadores financeiros da empresa e comparar com outras empresas do mesmo setor.
  • Qual a importância de diversificar a carteira de ações? A diversificação reduz os riscos do investimento, pois você não fica dependente do desempenho de uma única empresa ou setor.
  • Como acompanhar o desempenho das minhas ações? Utilize as plataformas de investimento da sua corretora ou sites especializados em finanças para monitorar os preços e notícias das empresas em que você investiu.

Análise Técnica

VBBR3 Vale Comprar Agora? Análise Técnica da Vibra

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VBBR3 voltou ao radar do mercado após um movimento recente de alta. VBBR3, que representa a Vibra Energia, é uma das maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil e tem reagido ao cenário recente de valorização do petróleo. Nesse contexto, a movimentação do ativo chama atenção principalmente por um rompimento importante que ocorreu recentemente, o que traz um novo ponto de observação técnica para os próximos movimentos do papel.

Portanto, ao analisar VBBR3, é fundamental observar como o ativo se comporta em relação a um nível histórico relevante, além das estruturas que se formaram ao longo dos últimos anos. A leitura do gráfico ajuda a compreender se essa movimentação atual possui continuidade ou se trata apenas de um movimento pontual dentro da estrutura maior.


Contexto Estrutural de VBBR3

Quando observamos o histórico de VBBR3, um ponto fundamental de referência é o período da pandemia em 2020. Naquele momento, o ativo sofreu forte impacto e criou uma região técnica importante que passou a funcionar como referência estrutural para o gráfico.

Posteriormente, ao longo de 2021, 2022 e 2023, o papel passou boa parte do tempo trabalhando abaixo dessa linha de referência formada durante a pandemia. Enquanto alguns ativos do mercado conseguiram ultrapassar rapidamente esse patamar e seguir para níveis mais altos, VBBR3 demorou mais tempo para superar essa região.

Contudo, mais recentemente, já em 2025, o ativo conseguiu romper essa região com maior consistência, passando a trabalhar acima dessa referência histórica. Além disso, os movimentos recentes apresentam uma estrutura de avanço seguida por correção e continuidade da alta, o que reforça a leitura de força compradora no papel.

Nesse cenário, o rompimento da região da pandemia passa a ser um evento estrutural relevante dentro da análise técnica do ativo.


VBBR3 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, a estrutura sugere um movimento que ainda pode se desenvolver caso o ativo consiga manter a continuidade da tendência iniciada após o rompimento da região histórica.

Nesse contexto, caso a movimentação de alta continue ao longo dos próximos meses, existe a expectativa de que VBBR3 possa buscar níveis mais altos, possivelmente entre R$39 e R$42 ao longo do tempo.

Entretanto, essa projeção depende diretamente da continuidade do movimento iniciado no gráfico semanal. Ou seja, o mensal funcionaria como um alvo maior, enquanto o risco continua sendo definido por estruturas menores.


VBBR3 no Gráfico Semanal

A leitura do gráfico semanal apresenta uma estrutura mais objetiva para operação.

Nesse timeframe, VBBR3 está apresentando uma região de possível entrada, com a seguinte configuração operacional:

Entrada: R$30,80
Stop: R$28,44
Alvo inicial: R$35,52

Nesse cenário, o risco da operação gira em torno de 7,66%, enquanto o alvo projetado representa aproximadamente 15% de potencial de ganho, configurando um gerenciamento de risco próximo de 2 para 1.

Portanto, trata-se de uma configuração de operação especulativa, baseada na estrutura técnica atual do ativo.

Além disso, existe a possibilidade de trabalhar com um controle de risco mais conservador, reduzindo o prejuízo máximo para cerca de 6%, dependendo da forma de gerenciamento adotada pelo operador.


Estratégia Operacional em VBBR3

A leitura principal da operação se baseia na ideia de capturar o movimento até o alvo inicial.

Assim, a prioridade da operação está em buscar o nível de R$35,52, mantendo a relação de risco e retorno proposta.

Contudo, caso o preço alcance um ganho equivalente a duas ou três vezes o risco assumido, uma estratégia possível é trazer o stop para o zero a zero. Dessa forma, o operador elimina o risco da posição e passa a acompanhar a movimentação do ativo sem exposição negativa.

Se o ativo continuar subindo, a posição pode ser mantida visando movimentos maiores no gráfico mensal. Por outro lado, caso ocorra uma reversão após esse ajuste de stop, a operação será encerrada sem prejuízo.


Conclusão

No momento atual, VBBR3 apresenta uma configuração de entrada no gráfico semanal, com estrutura de risco e retorno definida.

A estratégia principal envolve entrada em R$30,80, stop em R$28,44 e alvo em R$35,52. Caso o movimento avance e o papel continue ganhando força, a posição pode ser mantida com stop ajustado para acompanhar uma possível tendência mais longa.

Por enquanto, entretanto, a prioridade da análise é buscar o alvo inicial da operação, mantendo o gerenciamento de risco estabelecido.

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Análise Técnica

A filosofia da compra seca com capital reduzido.

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estratégia de compra de call a seco com capital reduzido

Para muitos investidores que iniciam no mercado financeiro, a ideia de operar derivativos parece algo restrito a grandes fundos ou traders com contas bancárias astronômicas. No entanto, em 2026, a democratização do acesso à Bolsa de Valores permite que você inicie uma estratégia de compra de call a seco com um aporte tão acessível quanto R$ 200,00 por operação.

Este primeiro de 4 artigos, foca na fundação psicológica e técnica necessária para transformar esse capital em um método replicável de swing trade. Se você busca educação financeira de verdade, precisa entender que operar pouco capital não é uma limitação, mas sim um laboratório seguro para testar sua disciplina. Afinal, como eu sempre digo: se você não consegue gerir R$ 200,00 com rigor, não conseguirá gerir R$ 200.000,00.

1. O que é a estratégia de compra de Call a seco?

A estratégia de compra de call a seco consiste na aquisição de uma opção de compra de uma ação sem possuir o ativo objeto no portfólio. Em suma, você está comprando o direito de adquirir uma ação por um preço fixo (strike) até uma determinada data.

Certamente, o grande atrativo aqui é a alavancagem. Com um capital reduzido, você controla uma quantidade significativa de ações pagando apenas uma fração do preço delas (o prêmio). No entanto, essa alavancagem é uma faca de dois gumes; se o mercado não se mover a seu favor, o prêmio pode virar pó.

Por que focar no swing trade?

Diferente do Day Trade, o swing trade nos permite capturar movimentos de tendência mais longos. Ao utilizarmos o gráfico de 2 dias, filtramos o “ruído” diário do mercado, o que é essencial para quem busca uma estratégia de compra de call a seco vencedora.

De acordo com os dados, a volatilidade de curto prazo tende a stopar traders iniciantes de forma prematura. Portanto, o tempo é o seu maior aliado ou seu maior inimigo nas opções.


2. A disciplina do gráfico de velas de 2 dias

A escolha do tempo gráfico de 2 dias (2D) não é aleatória. No mercado financeiro atual, os robôs de alta frequência dominam o gráfico de 1 e 5 minutos. Consequentemente, o investidor pessoa física que tenta competir nessa velocidade acaba em desvantagem.

O filtro de tendência com a média móvel exponencial

A média móvel exponencial de 8 períodos (MME8) é o nosso “norte”. Ela reage mais rápido ao preço do que a média aritmética, indicando onde está o suporte dinâmico da tendência.

  • A lógica: O preço sobe, estica e precisa “respirar”.
  • O gatilho: Essa respiração ocorre quando o preço corrige até a MME8.
  • A segurança: Ao entrar apenas quando a máxima da vela de 2 dias é superada, garantimos que a força compradora retomou o controle.

Ademais, essa abordagem técnica é amplamente discutida em portais de referência como o Sharks Investment, onde a precisão da entrada é prioridade sobre a quantidade de trades.


3. Gestão de risco: O escudo do capital reduzido

Operar com R$ 200,00 exige uma gestão de risco impecável. Você não pode se dar ao luxo de cometer erros bobos. Conforme as estatísticas do mercado, a ausência de um stop loss claro é a principal causa de quebra de contas pequenas.

A regra do stop de 50%

Em nossa estratégia de compra de call a seco, o stop de 50% no derivativo parece largo, mas é necessário. Como as opções oscilam muito, um stop de 10% no derivativo seria atingido por qualquer oscilação mínima do ativo objeto.

  1. Aceitação do Risco: Você entra sabendo que pode perder R$ 100,00 (50% de R$ 200,00).
  2. Sobrevivência: Se o trade der errado, você ainda tem capital para mais uma tentativa.
  3. Matemática a Favor: Como buscamos alvos de 70% e 210%, a relação risco/retorno é extremamente positiva a longo prazo.

4. Psicologia e educação financeira

Investir na Bolsa de Valores com pouco dinheiro é, acima de tudo, um exercício psicológico. Muitos menosprezam os R$ 200,00, operando de forma displicente. Entretanto, a educação financeira ensina que o hábito precede o sucesso.

Se você ama o que faz e respeita seu capital, como o carinho que temos por quem nos apoia em casa, você tratará cada centavo com seriedade. O mercado não perdoa o amadorismo, mas recompensa generosamente a persistência metódica.

Evitando o overtrading

Um erro comum no swing trade com derivativos é querer estar posicionado o tempo todo. Por outro lado, o gráfico de 2 dias exige paciência. Às vezes, o melhor trade é não fazer nada e esperar a correção perfeita na média móvel exponencial.


5. Perguntas Frequentes (FAQ)

Posso começar na bolsa de valores com apenas 200 reais?

Sim. Através de opções com baixo custo unitário, é possível executar estratégias estruturadas com capital reduzido, desde que respeite a gestão de risco.

O que é compra de call a seco?

É a compra de um direito de compra de uma ação esperando que o preço suba acima do strike antes do vencimento.

Por que usar o gráfico de 2 dias?

O gráfico de 2 dias reduz o ruído do mercado e permite visualizar tendências de swing trade com maior clareza que o gráfico diário.

Qual o risco de operar opções a seco?

O risco máximo é a perda total do prêmio pago pela opção. Por isso, usamos stop loss e gerenciamento rigoroso.


Conclusão

A estratégia de compra de call a seco com capital reduzido é a porta de entrada ideal para quem deseja profissionalismo no mercado financeiro. Ao unir a técnica da média móvel exponencial no gráfico de 2 dias com uma gestão de saída matemática (parciais de 70% e alvo de 210%), você cria uma vantagem estatística real.

Lembre-se: o objetivo deste primeiro passo é a consistência. No próximo artigo, mergulharemos na anatomia técnica da entrada e como identificar a “vela de referência” perfeita.

Você está pronto para aplicar esse setup?

Comece revisando seus gráficos de 2 dias hoje mesmo e procure por ativos com opções de alta liquidez que estão descansando na MME8.

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Análise Técnica

CURY3 Vale Comprar Agora? Análise da Cury Construtora e Incorporadora

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A CURY3 volta ao radar dos investidores após uma forte tendência de alta desde o seu lançamento em 2020. Além disso, CURY3 mostrou uma trajetória consistente mesmo após o período da pandemia, mantendo um movimento estrutural de valorização. Nesse contexto, a análise do ativo indica oportunidades interessantes tanto para investidores de prazo mais longo quanto para operações estratégicas com gestão de risco.

A companhia atua no setor de consumo cíclico, com foco em habitação de baixa renda, e é controlada pela Cury Construtora e Incorporadora, ligada ao grupo Cyrela. Portanto, além do desempenho gráfico, o papel também chama atenção pela distribuição de dividendos e pelo posicionamento dentro do setor imobiliário brasileiro.


CURY3 no Contexto Estrutural do Ativo

A trajetória da CURY3 começa em 2020, período marcado pelo lançamento do papel e também pela pandemia. Ainda assim, o ativo sofreu relativamente pouco entre 2021 e 2022. Posteriormente, iniciou um movimento consistente de valorização.

Durante esse ciclo, o papel apresentou diversas oportunidades de entrada ao longo da tendência. Entre os pontos destacados estão níveis próximos de:

  • R$13
  • R$18,50
  • R$27

Assim, ao longo do tempo, o ativo foi oferecendo novas oportunidades dentro de sua estrutura de alta. Dessa forma, o comportamento do preço reforça um cenário em que a tendência predominante segue positiva.


CURY3 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, CURY3 mantém um movimento claro de valorização estrutural. Enquanto essa dinâmica permanecer, a leitura predominante segue sendo de continuidade da tendência.

Nesse contexto, uma das referências mencionadas é a entrada em R$35,50, com stop em R$30,50 e alvo projetado em R$45.

Essa estrutura representa:

  • Risco aproximado: 14%
  • Alvo: R$45

Portanto, trata-se de uma operação que pode ser conduzida com mentalidade mais próxima de investidor holder, especialmente para quem busca carregar o ativo por mais tempo dentro da tendência principal.


CURY3 no Gráfico Semanal

Contudo, existe também uma alternativa para quem deseja reduzir o risco operacional. Nesse caso, a leitura do gráfico semanal, especialmente observando a região das médias, pode oferecer uma entrada com risco menor.

A proposta consiste em buscar um ponto de entrada dentro do setup semanal que limite o prejuízo a aproximadamente 7%.

Dessa forma:

  • O risco fica reduzido em relação à entrada do mensal.
  • Ainda assim, o alvo permanece R$45.

Consequentemente, essa estrutura pode gerar uma relação risco-retorno entre 3 e 4 para 1, o que torna a operação mais eficiente do ponto de vista de gerenciamento de risco.


CURY3 no Intraday e Estratégia Operacional

No curto prazo, o ativo chegou a testar movimentos em direção ao alvo, mas acabou retornando posteriormente. Por esse motivo, a estratégia passa a depender do comportamento do preço dentro dos setups observados.

Nesse cenário, existem duas abordagens principais:

Estratégia 1 — Entrada mensal (perfil holder)

  • Entrada: R$35,50
  • Stop: R$30,50
  • Alvo: R$45

Estratégia 2 — Entrada semanal (risco menor)

  • Buscar ponto dentro do setup semanal
  • Risco máximo aproximado: 7%
  • Alvo mantido em R$45

Assim, utilizar o gráfico semanal pode ser uma forma de mitigar risco enquanto se busca capturar o movimento projetado pelo gráfico mensal.


Dividendos e Fundamentos da CURY3

Outro ponto destacado na análise é o dividend yield da CURY3, que atualmente aparece em torno de 12,33%.

Entretanto, ao observar a média histórica dos últimos cinco anos, o rendimento gira próximo de 7,37%. Portanto, o nível atual de distribuição chama atenção dentro do setor.

Além disso, a empresa atua no segmento de habitação popular, um nicho relevante dentro da construção civil brasileira. Dessa forma, o posicionamento da companhia dentro do mercado imobiliário reforça seu papel no setor de consumo cíclico.

Para quem deseja entender melhor como empresas desse segmento funcionam dentro do mercado, vale aprofundar o estudo sobre o comportamento das ações ligadas ao setor imobiliário e seus ciclos econômicos.


Conclusão Estratégica para CURY3

A CURY3 segue inserida em uma tendência de alta consistente desde seu lançamento. Enquanto o gráfico continuar respeitando essa estrutura, a leitura predominante permanece otimista.

Diante disso, existem duas formas de abordar o ativo:

  • Entrada direta no mensal, assumindo risco maior, porém com visão de prazo mais longo.
  • Entrada no semanal, buscando reduzir o risco operacional e ainda mirando o mesmo alvo.

Além disso, o histórico recente mostra que movimentos anteriores chegaram a gerar ganhos expressivos, incluindo operações que chegaram próximas de 90% de valorização. Ainda assim, a expectativa não é necessariamente repetir esse movimento, mas capturar uma parte relevante da tendência.

Portanto, enquanto o ativo continuar dentro de sua estrutura de alta, a estratégia segue sendo acompanhar as oportunidades dentro dos setups mencionados.

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