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Mercado Nacional

Os 10 FIIs que mais pagaram e os 10 que mais Valorizaram em 2025

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O ano de 2025 será lembrado como o período de virada de chave para o mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) no Brasil. Após um ciclo de incertezas e alta de juros, o setor não apenas se recuperou, mas demonstrou uma resiliência e capacidade de entrega de resultados que superaram as expectativas mais otimistas. O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), principal termômetro do mercado, encerrou o ano com uma valorização expressiva de aproximadamente 21,14%, marcando o melhor desempenho anual desde 2019.

Para o investidor que busca renda passiva e crescimento de capital, entender quais fundos lideraram o mercado é crucial. Este artigo apresenta o ranking completo dos 10 FIIs que mais pagaram dividendos e os 10 que mais valorizaram em 2025, oferecendo uma análise setorial aprofundada para guiar suas decisões.

Os campeões de renda: Top 10 FIIs com maior Dividend Yield (DY) em 2025

A busca por proventos isentos de Imposto de Renda (IR) é o principal atrativo dos FIIs. Em 2025, o ranking de Dividend Yield (DY) foi dominado pelos fundos de “papel” (recebíveis imobiliários), que se beneficiaram certamente da manutenção de taxas de juros reais elevadas, e por fundos de “tijolo” que realizaram eventos extraordinários.

Tabela 1: Ranking de Dividend Yield (DY) – Top 10

PosiçãoTickerSegmentoDividend Yield 2025 (%)
HCTR11Recebíveis22,49%
GZIT11Shopping21,53%
VGRI11Escritório20,54%
BPML11Shopping20,52%
KIVO11Recebíveis19,19%
CACR11Recebíveis18,95%
RZAK11Recebíveis18,67%
KORE11Escritório18,24%
OUJP11Recebíveis17,62%
10ºLIFE11Recebíveis17,20%

Análise detalhada dos líderes em proventos

O HCTR11 (Hectare CE) manteve-se no topo da lista de pagadores, com um DY de 22,49%. Contudo, é fundamental que o investidor compreenda o contexto: o fundo é um expoente do segmento High Yield, investindo em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de maior risco. O elevado yield é, em parte, potencializado pelo “efeito denominador”, onde a desvalorização da cota de mercado eleva matematicamente a taxa de retorno sobre o preço atual.

Em contraste, o GZIT11 (Gazit Malls), com 21,53%, e o BPML11 (BTG Pactual Shoppings), com 20,52%, demonstraram a força do setor de varejo físico. A recuperação do consumo e a gestão ativa de portfólio permitiram distribuições robustas, com o GZIT11 se destacando por eventos extraordinários, como a venda de participações minoritárias em ativos maduros, impulsionando o yield para patamares acima de 21%.

Os FIIs que mais valorizaram: Top 10 em retorno total em 2025

A valorização das cotas, medida pelo retorno total (que inclui a variação do preço da cota somada aos dividendos), foi a grande surpresa de 2025. Este movimento foi impulsionado por fatores como a queda gradual das taxas de juros futuras e uma onda de fusões e aquisições no setor.

Tabela 2: ranking de valorização (retorno total) – Top 10

PosiçãoTickerNome do FundoRetorno Total 2025 (%)
FVPQ11Via Parque Shopping106,99%
CNES11Cenesp81,68%
NSLU11Hospital N. Sra. Lourdes62,65%
EURO11Europar54,33%
BTRA11BTG Pactual Terras Agrícolas51,01%
PATL11Pátria Logística45,23%
RECT11REC Renda Imobiliária43,86%
RBRL11RBR Log43,62%
FIIP11RB Capital Renda42,92%
10ºBLMG11BlueMacaw Logística41,60%

Análise detalhada dos líderes em valorização

A liderança do FVPQ11 (Via Parque Shopping), com uma alta de 106,99%, é o caso mais emblemático do ano. Sua valorização estratosférica foi catalisada por uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) que revelou o desconto excessivo com que o fundo era negociado em relação ao seu valor patrimonial. Este evento serviu portanto de alerta para o mercado sobre o potencial de correção de preços em fundos monoativos de qualidade.

Outro destaque foi o CNES11 (Cenesp), que subiu 81,68%. O fundo, dono de um grande complexo de escritórios em São Paulo, protagonizou uma reviravolta operacional, concluindo um projeto de retrofit e garantindo a locação de grandes áreas para inquilinos de alto crédito, o que fez o preço de suas cotas disparar em busca da convergência com o valor patrimonial.

O setor logístico também marcou presença forte com fundos como PATL11, RBRL11 e BLMG11. A tese logística continuou vencedora devido à baixa vacância em regiões estratégicas e ao crescimento contínuo do e-commerce. O PATL11, em particular, beneficiou-se das negociações para sua incorporação por um fundo gigante, gerando assim grande otimismo entre os cotistas.

O contexto macro e a força setorial em 2025

O sucesso dos FIIs em 2025 não foi um evento isolado, mas sim o resultado de um cenário macroeconômico favorável e de tendências setoriais bem definidas.

Panorama macroeconômico

O ano foi marcado por uma inflação controlada, o que permitiu ao Banco Central manter uma expectativa de cortes graduais na taxa Selic. A possível queda dos juros é certamente o principal catalisador para o mercado de FIIs:

1.Custo de oportunidade: Com a renda fixa pagando menos, os dividendos isentos de IR dos FIIs tornam-se muito mais atrativos, atraindo capital de volta para a renda variável.

2.Avaliação de ativos: Taxas de juros menores reduzem a taxa de desconto usada no valuation dos imóveis, elevando assim o valor patrimonial dos fundos de “tijolo”.

Análise setorial aprofundada

1. Logística: A era do e-commerce

O setor logístico em 2025 foi marcado por uma onda de fusões e aquisições. Grandes gestoras buscaram escala para reduzir custos e aumentar o poder de barganha. A demanda por espaços de “last mile” (entrega rápida) impulsionou os aluguéis, especialmente em imóveis localizados no entorno de grandes centros urbanos, onde a vacância se manteve próxima de zero.

2. Shoppings: O retorno do consumo

Os shopping centers provaram seu valor como centros de convivência. Fundos focados em ativos dominantes em grandes capitais apresentaram crescimentos de dois dígitos no fluxo de caixa. O aumento nas vendas por metro quadrado permitiu reajustes de aluguel acima da inflação, beneficiando assim o fluxo de caixa dos fundos.

3. Lajes corporativas: A fuga para a qualidade

O setor de escritórios demonstrou uma forte recuperação. A consolidação do trabalho presencial ou híbrido forçou as empresas a buscarem espaços de alta qualidade (Triple A). Isso gerou uma “fuga para a qualidade” (flight to quality), onde prédios modernos em regiões nobres atingiram preços recordes de locação.

4. Papéis (recebíveis): A defesa do portfólio

Os FIIs de papel continuaram essenciais para a diversificação. Com a manutenção de juros reais elevados, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA+ entregaram retornos reais muito robustos, oferecendo assim proteção contra a inflação e consistência nos dividendos.

Riscos e considerações finais

Apesar do ano brilhante, o investidor deve manter a cautela. O caso do HCTR11 serve certamente como um lembrete de que dividendos extremamente altos muitas vezes escondem riscos estruturais ou de crédito. A diversificação entre setores (logística, shoppings, papel, escritórios) e a análise da qualidade dos ativos subjacentes continuam sendo portanto as melhores defesas contra a volatilidade.

Para 2026, a expectativa é de que o mercado de FIIs continue a crescer, impulsionado pela consolidação de fundos maiores e mais líquidos, o que deve por fim aumentar a segurança institucional do setor.

Análise Técnica

EMBJ3 Vale Comprar Agora? Entrada no Mensal Pode Abrir Oportunidade no Semanal

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A EMBJ3 voltou a chamar atenção no mercado. Além disso, a EMBJ3 está próxima de confirmar uma entrada no gráfico mensal, com níveis definidos de compra, stop e alvo. Contudo, como o risco inicial é elevado, Charlles Nader considera mais interessante acompanhar o gráfico semanal em busca de uma operação com prejuízo potencial menor.

Desde 2024, o ativo apresentou boas oportunidades e entregou relações favoráveis entre risco e retorno. Agora, uma nova configuração começa a se formar, mas o custo da operação exige cuidado e planejamento.

Contexto estrutural da EMBJ3

A EMBJ3 apresentou boas entradas ao longo de 2024. Segundo Charlles, essas operações permitiram participar de movimentos relevantes, com riscos mais controlados e possibilidades expressivas de lucro.

Historicamente, o ativo mantém uma tendência primária de alta. Entretanto, como qualquer empresa, atravessou momentos difíceis durante crises, incluindo períodos relacionados ao subprime e à pandemia.

Ainda assim, quando a EMBJ3 assume uma tendência definida, o preço costuma avançar com força e consistência. Dessa forma, o cenário atual merece acompanhamento, principalmente pela configuração que começa a aparecer no gráfico mensal.

EMBJ3 no gráfico mensal

No gráfico mensal, a entrada está posicionada na região de R$ 86,44.

A operação apresentada por Charlles possui os seguintes parâmetros:

  • Entrada: R$ 86,44
  • Stop: R$ 67,73
  • Parcial: R$ 105,15
  • Alvo principal: R$ 123,86

A distância entre a entrada e o stop representa um prejuízo potencial próximo de 21%. Portanto, trata-se de uma operação considerada bastante arrojada.

Por outro lado, o alvo em R$ 105,15 oferece uma relação próxima de um para um. Já o objetivo em R$ 123,86 permite buscar aproximadamente dois para um.

Assim, o alvo é atrativo. O principal problema está no tamanho do risco necessário para participar diretamente da entrada mensal.

Tendência primária da EMBJ3

Ao observar o histórico do ativo, Charlles destaca que a tendência primária da EMBJ3 é de alta.

Naturalmente, o papel enfrentou períodos de queda e instabilidade. Entretanto, esses movimentos ocorreram dentro de crises que também atingiram outras empresas e setores.

Quando a tendência é retomada, a EMBJ3 costuma desenvolver movimentos consistentes. Nesse contexto, o sinal mensal permanece válido, embora o percentual de prejuízo potencial seja elevado.

EMBJ3 no gráfico semanal

O gráfico semanal pode oferecer uma alternativa mais eficiente para participar da movimentação.

Em vez de assumir imediatamente o risco de 21% do mensal, a estratégia consiste em aguardar o rompimento da região de R$ 86,44 e observar o comportamento seguinte do preço.

Após o rompimento, o ideal seria que a EMBJ3 avançasse e, posteriormente, realizasse um recuo controlado. Quanto menor essa correção, melhor.

Além disso, Charlles destaca que esse recuo pode acontecer próximo da média móvel de oito períodos. A partir dessa região, uma nova vela positiva pode oferecer uma entrada com risco inferior a 10%.

Como buscar uma entrada mais barata em EMBJ3

A proposta é utilizar o gráfico mensal como referência para direção e alvo, mas executar a entrada por meio do gráfico semanal.

Nesse cenário, o investidor aguardaria:

  1. O rompimento da região de R$ 86,44.
  2. Uma valorização inicial do ativo.
  3. Um recuo controlado no gráfico semanal.
  4. Uma nova confirmação de compra.
  5. O posicionamento do stop abaixo do fundo formado.

Dessa forma, o risco poderia ficar entre aproximadamente 6% e 9%, dependendo da configuração apresentada pelo preço.

Caso a operação seja estopada, a perda seria menor do que os 21% exigidos pela estrutura mensal. Entretanto, se o movimento continuar em direção ao alvo principal, o potencial de retorno permaneceria elevado.

Relação entre risco e retorno em EMBJ3

Charlles considera que uma entrada semanal precisa buscar uma relação próxima de três para um para realmente compensar.

Por exemplo, uma operação com risco de 7% deveria buscar aproximadamente 21% de lucro. Da mesma maneira, um risco de 8% poderia buscar cerca de 24%, enquanto um risco de 9% poderia ter como objetivo aproximadamente 27%.

Nesse contexto, uma valorização de apenas 14% não seria suficiente para justificar a entrada semanal. Por isso, a estratégia é manter como referência os alvos do gráfico mensal.

Assim, o investidor aproveitaria uma entrada mais barata no semanal, mas continuaria buscando o movimento maior projetado pelo mensal.

Pontos operacionais de EMBJ3

Entrada mensal

A entrada do gráfico mensal está posicionada em R$ 86,44.

Stop mensal

O stop da operação mensal está em R$ 67,73, representando um risco próximo de 21%.

Parcial

A primeira região de objetivo está em R$ 105,15.

Alvo principal

O alvo principal da operação está em R$ 123,86.

Entrada semanal

No gráfico semanal, Charlles pretende aguardar um rompimento, seguido por uma correção e uma nova confirmação de compra.

Stop semanal

O stop deve ser colocado abaixo da estrutura formada durante o recuo, buscando manter o prejuízo potencial abaixo de 10%.

O que fazer com EMBJ3 agora?

A entrada mensal de EMBJ3 permanece válida na região de R$ 86,44. Contudo, o risco de aproximadamente 21% torna a operação mais agressiva.

Por essa razão, Charlles pretende acompanhar o comportamento do preço no gráfico semanal.

Caso o papel rompa a região de entrada, avance e depois apresente uma correção controlada, poderá surgir uma nova oportunidade com risco entre 7% e 9%.

Consequentemente, será possível manter como referência o alvo de R$ 123,86 e buscar uma relação entre risco e retorno próxima de três para um.

Conclusão

A EMBJ3 está apresentando uma entrada no gráfico mensal, com compra na região de R$ 86,44, stop em R$ 67,73 e alvo principal em R$ 123,86.

Entretanto, o custo de 21% de risco torna a entrada mensal bastante arrojada. Por isso, Charlles Nader considera mais interessante aguardar uma nova configuração no gráfico semanal.

Se o ativo romper, recuar e apresentar uma nova confirmação de compra, poderá ser possível participar da operação com risco inferior a 10%.

Por fim, a estratégia é utilizar o alvo do mensal e buscar uma entrada mais eficiente no semanal, tentando alcançar uma relação entre risco e retorno próxima de três para um.

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Análise Técnica

SBSP3 Vale Comprar Agora? Análise Técnica Mostra Nova Oportunidade de Entrada

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A SBSP3 voltou ao radar dos investidores após uma nova configuração de compra observada por Charlles Nader. Além disso, SBSP3 segue mantendo uma tendência de alta relevante desde o período pós-pandemia, o que reforça a atenção para os próximos movimentos do ativo.

Ao analisar o histórico recente, é possível observar que a companhia passou pelo mesmo movimento de queda que atingiu grande parte do mercado durante a pandemia. Entretanto, após um período de consolidação e tentativas frustradas de rompimento, o papel começou a reagir a partir de 2022. Posteriormente, no final de 2023, iniciou uma forte trajetória de valorização que levou o ativo a uma expressiva tendência de alta.

Contexto Estrutural de SBSP3

Desde a superação das regiões observadas após a pandemia, a movimentação de SBSP3 tem sido predominantemente compradora. Nesse contexto, o ativo passou a apresentar oportunidades de participação na tendência principal, especialmente acima das regiões destacadas pelo analista.

Segundo Charlles, a grande valorização ocorrida desde o final de 2023 surpreendeu o mercado. Ainda assim, a estrutura gráfica permanece favorável enquanto não houver quebra relevante da tendência principal.

SBSP3 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, o comportamento de SBSP3 continua bastante consistente.

De acordo com a análise, esse timeframe apresentou menos sinais de entrada ao longo do movimento, porém permitiu acompanhar a tendência por mais tempo sem a ocorrência de alguns stops observados em tempos gráficos menores.

Além disso, o gráfico mensal continua mostrando uma estrutura positiva, mantendo a direção predominante da alta.

SBSP3 no Gráfico de 15 Dias

O gráfico de 15 dias é considerado por Charlles como um dos mais interessantes para acompanhar o ativo neste momento.

Segundo a leitura apresentada, a configuração está próxima de gerar uma nova oportunidade operacional. Restavam apenas dois dias para a formação completa do sinal observado pelo analista no momento da gravação do vídeo.

Ainda assim, existe uma observação importante: caso a vela avance de forma muito expressiva antes do fechamento, pode deixar de compensar a espera pela confirmação, já que o preço de entrada ficaria significativamente mais alto.

Por outro lado, mantendo a estrutura atual, o risco projetado para a operação ficaria próximo de 6,8% a 7%.

SBSP3 no Gráfico Semanal

O gráfico semanal já apresentou o sinal de compra anteriormente mencionado.

Contudo, Charlles destaca que esse timeframe possui mais ruídos operacionais quando comparado ao gráfico de 15 dias ou ao mensal.

Ao longo da tendência, ocorreram diversas operações vencedoras. Entretanto, também houve momentos em que sinais de compra resultaram em stops. Segundo o analista, essa característica faz parte da gestão operacional e não invalida a estratégia.

Entre os exemplos citados, algumas operações chegaram a atingir relações de retorno superiores a dois para um, enquanto outras terminaram com perdas controladas.

Objetivos e Estrutura Operacional de SBSP3

A nova operação observada por Charlles possui como primeiro objetivo a região de R$ 32,57.

Essa faixa está posicionada abaixo de uma importante máxima anterior do ativo. Caso o papel consiga superar essa região, existe a possibilidade de uma movimentação ainda mais extensa na tendência de alta.

Outro ponto destacado é que, historicamente, quando o preço permanece acima das médias exponenciais de 8 e 17 períodos utilizadas na metodologia, as movimentações costumam desenvolver pernadas relevantes de valorização.

Apesar disso, o analista reforça que nenhuma operação possui garantia de sucesso. Da mesma forma que ocorreram operações vencedoras, também houve exemplos de compras que terminaram em stop após atingirem parcialmente seus objetivos.

Dividendos e Fundamentos Observados em SBSP3

Além da análise gráfica, Charlles comentou alguns indicadores fundamentalistas de SBSP3.

Segundo os números apresentados no vídeo, o Dividend Yield recente está próximo de 2,48%, enquanto a média dos últimos cinco anos gira em torno de 2,15%.

Dessa forma, o papel não se caracteriza como uma ação focada em geração elevada de renda por dividendos.

O analista também mencionou um P/VP próximo de 2,28, indicador utilizado para comparar o preço de mercado da empresa em relação ao seu patrimônio.

Nesse contexto, o principal atrativo do ativo seria o potencial de valorização do preço das ações, e não necessariamente o fluxo de dividendos distribuídos ao acionista.

O Papel do Payoff em SBSP3

Um dos conceitos destacados durante a análise foi o payoff.

Segundo Charlles, em ativos com menor distribuição de dividendos, o investidor depende mais da valorização do preço da ação para obter resultados relevantes.

Nesse sentido, SBSP3 apresentou uma performance expressiva nos últimos anos. O analista destaca que o ativo chegou a registrar uma valorização próxima de 300% desde os fundos observados entre 2021 e 2022.

Mesmo quem entrou posteriormente na tendência ainda conseguiu capturar movimentos relevantes de alta.

Por essa razão, o foco permanece na identificação de momentos em que o preço esteja em deslocamento favorável dentro do setup operacional utilizado.

Conclusão: O Que Fazer com SBSP3 Agora?

Na visão apresentada por Charlles Nader, SBSP3 está se organizando para uma nova oportunidade compradora no gráfico de 15 dias.

Embora exista a possibilidade de stop, como ocorreu em operações anteriores, a estrutura principal permanece positiva, sem quebra da tendência de alta e com o zigue-zague de tendência preservado.

Além disso, o analista reforça que prefere participar do ativo apenas quando ele se encontra dentro dos critérios do seu setup, justamente para buscar operações em momentos de deslocamento favorável do preço.

Para quem acompanha essa metodologia, a expectativa está voltada para a confirmação da nova entrada e para a evolução do movimento em direção aos próximos objetivos da tendência.

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Análise Técnica

JHSF3 Vale Comprar Agora? Análise Técnica Aponta Continuação da Alta

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A ação JHSF3 voltou a chamar atenção após apresentar uma forte movimentação de alta em 2025. Além disso, JHSF3 mostra uma estrutura gráfica que, segundo a análise apresentada por Charlles Nader, continua favorável para novas movimentações positivas. Nesse contexto, o ativo passa a ser observado tanto pela sua configuração técnica quanto por alguns indicadores fundamentais destacados durante a análise.

Contexto Estrutural de JHSF3

Ao analisar JHSF3 sob uma perspectiva mais ampla, um dos primeiros pontos observados foi o comportamento do ativo após a pandemia de 2020.

A queda provocada pela pandemia marcou uma importante referência gráfica. Posteriormente, o papel conseguiu se recuperar, formou um pivô de alta, porém não teve força para permanecer acima daquela região por um longo período.

Enquanto diversas ações avançaram de forma significativa entre 2021 e 2024, JHSF3 permaneceu em uma extensa fase de consolidação. Dessa forma, o ativo passou vários anos acumulando sem acompanhar a intensidade da alta observada em outros papéis da bolsa.

Entretanto, a partir de 2025, o cenário começou a mudar. O ativo iniciou uma forte pernada de alta e passou a demonstrar maior força compradora. Segundo a análise, essa movimentação ainda pode não ter terminado.

Para quem busca aprofundar conhecimentos sobre leitura gráfica e tendências, conteúdos educacionais disponíveis no portal da Sharks podem complementar esse tipo de análise técnica: Sharks Investment

JHSF3 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, a leitura apresentada mostra uma mudança importante no comportamento do ativo.

Depois de vários anos sem acompanhar a valorização observada em outras ações, JHSF3 iniciou uma aceleração consistente de alta em 2025. Além disso, o preço permanece dentro de um viés claramente positivo.

Enquanto essa estrutura permanecer preservada, a expectativa apresentada na análise é de continuidade da tendência de alta.

JHSF3 no Gráfico Semanal

O gráfico semanal concentra os principais sinais operacionais observados.

Segundo a análise, existe uma linha de suporte destacada em azul que funciona como referência principal da tendência. Dessa forma, sempre que o preço retorna para essa região e encontra sustentação acima dela, a leitura permanece compradora.

Além disso, desde março de 2026 essa região passou a coincidir com as médias utilizadas na metodologia apresentada, fortalecendo ainda mais a leitura positiva.

A interpretação é objetiva: enquanto o preço permanecer acima dessa estrutura, o papel continua dentro de um cenário favorável para compras.

JHSF3 e os Pontos Operacionais

A operação apresentada possui os seguintes parâmetros:

  • Entrada: R$ 11,52
  • Stop: R$ 10,13
  • Risco aproximado: 19%
  • Primeiro alvo: R$ 14,56
  • Relação risco-retorno mínima: 2 para 1

Segundo a análise, operações semelhantes já ocorreram anteriormente no papel e atingiram objetivos superiores a duas vezes o risco assumido.

Assim, a expectativa é que JHSF3 possa novamente buscar níveis acima de R$ 14,56 caso a estrutura atual permaneça válida.

Possíveis Alvos para JHSF3

Após superar a região dos R$ 14,56, a leitura apresentada considera a possibilidade de o ativo avançar para faixas próximas de:

  • R$ 15,90
  • R$ 16,00
  • R$ 17,00
  • Região de R$ 17,70 em um cenário mais amplo

Contudo, a análise reforça que o primeiro objetivo relevante continua sendo a superação dos R$ 14,56, ponto considerado fundamental para validar a continuidade da movimentação.

Fundamentos Destacados em JHSF3

Além da leitura gráfica, alguns indicadores fundamentais foram mencionados durante a análise.

O primeiro deles é o P/VP de 1,11, indicador que compara o preço da ação com o patrimônio da companhia.

Segundo a observação apresentada, esse nível é portanto considerado próximo da faixa normalmente procurada por investidores que acompanham esse indicador.

Outro destaque é a estrutura patrimonial da empresa.

JHSF3 foi apresentada como uma companhia do setor de consumo cíclico, com atuação em shopping centers, restaurantes e empreendimentos voltados para alta renda.

Além disso, foram citados os seguintes números:

  • Valor de mercado: aproximadamente R$ 7,82 bilhões
  • Patrimônio: aproximadamente R$ 7 bilhões
  • Receita dos últimos 12 meses: R$ 3,61 bilhões
  • Lucro dos últimos 12 meses: R$ 1,9 bilhão

Na avaliação apresentada, esses números demonstram uma empresa com patrimônio relevante e boa qualidade operacional.

Dividendos de JHSF3

No quesito dividendos, a análise ressalta que JHSF3 não está entre as maiores pagadoras da bolsa.

Ainda assim, foram destacados os seguintes indicadores:

  • Dividend Yield atual: 5,35%
  • Média dos últimos cinco anos: 6,76%

Portanto, embora os dividendos sejam considerados um complemento interessante, a principal tese apresentada está relacionada ao potencial de valorização do ativo e não exclusivamente à renda passiva.

Conclusão Estratégica Sobre JHSF3

A leitura final apresentada por Charlles Nader é de que JHSF3 continua dentro de uma estrutura técnica positiva.

Enquanto permanecer acima da linha de tendência de alta observada no gráfico semanal e sustentada pelas médias, o ativo mantém viés favorável para buscar níveis superiores aos atuais.

Por outro lado, a análise ressalta que a oportunidade observada neste momento está mais relacionada a uma operação de swing trade do que a uma entrada típica de holder. Dessa forma, o objetivo principal seria capturar uma possível continuação da pernada de alta em direção às regiões projetadas, sempre respeitando os parâmetros de risco definidos.

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