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Charlles Nader e a Sharks Investments School

Charles Nader, trader com 16 anos de experiência, fundou a Sharks Investments School para educar investidores no mercado financeiro.

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Quem é Charlles Nader?

Charlles Nader é um trader com mais de 16 anos de experiência no mercado financeiro e analista CNPI. Com formação em gestão financeira e MBAs em Broker Global e Value Investing com Barsi, ele fundou a Sharks Investments School, uma escola com diversos analistas e especialistas focada em cobrir o mercado brasileiro e americano.

Qual a experiência de Charlles Nader no mercado?

Charlles acumula aproximadamente 25 mil horas de análise de gráficos durante o horário de pregão, com foco no mercado brasileiro (B3), mas também acompanhando pares de moedas, commodities e ações americanas.

O que é a Roda de Pregão?

A Roda de Pregão é um projeto educacional de Charlles Nader que está no ar há 12 anos, tanto em corretoras quanto no YouTube. Nela, ele compartilha operações, mostrando tanto em conta real quanto em simulador, buscando sempre o melhor formato para o aprendizado dos participantes.

Qual o objetivo da Roda de Pregão?

O objetivo é orientar operadores, mostrando negócios que podem ser feitos, como acelerar o operacional ou adotar uma postura mais conservadora, como se proteger e rentabilizar o capital. Charlles destaca a importância de considerar o perfil de cada investidor, principalmente a tolerância ao risco.

Qual a importância de participar de uma comunidade de traders?

Charlles enfatiza que operar sozinho pode ser perigoso. Participar de uma comunidade como a Sharks Investments Crew permite encontrar pessoas com os mesmos objetivos e linguagem, acelerando o aprendizado e a evolução no mercado.

Como Charles Nader vê o mercado financeiro atual?

Apesar das críticas ao day trade, Charlles observa um crescimento no número de pessoas físicas na bolsa. Ele acredita que o importante é ajudar as pessoas a terem sucesso no mercado, controlando seus impulsos e adequando suas estratégias.

Qual o objetivo da Sharks Investments School?

A Sharks Investments School busca entregar um mercado de bolsa de valores cada vez melhor para a pessoa física, com profissionais qualificados e de boa índole, que realmente se preocupam em ajudar os investidores a evoluírem no mercado.

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Ações de crescimento × dividendos: qual a diferença?

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Ao pesquisar investimentos, você pode encontrar duas expressões: ações de crescimento e ações de dividendos. Elas indicam características dos negócios e diferentes expectativas dos investidores.

Nas primeiras, a atenção costuma estar na expansão da empresa e dos resultados. Nas segundas, ganha destaque a distribuição de parte dos lucros aos acionistas.

No entanto, essas características podem coexistir. Uma empresa pode crescer e pagar dividendos ao mesmo tempo.

Antes de comparar, vale entender o que é uma ação e sua relação com o negócio.

O que são ações de crescimento?

São ações de empresas para as quais se espera uma expansão relevante de receitas, lucros ou operações.

Essas companhias podem direcionar uma parcela maior dos recursos para novos produtos, tecnologia, unidades ou aquisições. Assim, o investidor costuma dar mais peso ao potencial de valorização futura.

Porém, crescimento esperado não significa crescimento garantido. Projetos podem custar mais, enfrentar concorrência ou entregar resultados abaixo do previsto.

Além disso, expectativas muito otimistas podem estar incorporadas ao preço da ação. Mesmo uma empresa que cresce pode representar um investimento ruim se o preço pago for elevado demais.

O que são ações de dividendos?

Essa expressão costuma identificar empresas com destaque na distribuição de lucros aos acionistas.

Muitas possuem negócios mais maduros e capacidade de gerar caixa. Entretanto, maturidade não significa ausência de risco.

Os pagamentos dependem das condições financeiras, das decisões da companhia e das regras aplicáveis. Portanto, podem variar ou ser interrompidos.

Além disso, distribuir muito em um período não comprova que a empresa conseguirá repetir esse resultado. Uma venda extraordinária de ativos, por exemplo, pode elevar temporariamente os dividendos.

Quais são as principais diferenças?

As características abaixo são tendências, não regras fixas.

AspectoAções de crescimentoAções de dividendos
Foco habitualExpansão dos negócios e resultadosDistribuição de lucros
Uso dos recursosMaior atenção ao reinvestimentoMaior atenção à remuneração dos acionistas
Expectativa do investidorValorização futuraRecebimentos ao longo do tempo
Risco a observarCrescimento abaixo do esperadoRedução dos pagamentos

Por isso, os rótulos não substituem a análise. Empresas mudam de estratégia e podem combinar as duas características.

Qual estratégia rende mais?

Não existe uma resposta válida para todas as empresas e períodos. O resultado depende do preço de compra, da evolução do negócio e das condições do mercado.

Observe o retorno total

O retorno de uma ação envolve a variação do preço e os proventos recebidos, considerando também custos e tributos aplicáveis.

Assim, uma ação pode pagar dividendos e apresentar resultado negativo se a queda da cotação superar os recebimentos.

Por outro lado, pagar poucos dividendos não comprova que o dinheiro retido está sendo bem utilizado.

Essa análise complementa o artigo sobre qual investimento rende mais: comparar apenas um número oferece uma visão incompleta.

Um exemplo para entender a escolha

Imagine duas empresas fictícias do mesmo setor.

A primeira utiliza parte importante dos recursos para abrir novas unidades. A segunda mantém uma operação mais estável e distribui uma parcela maior dos lucros.

A primeira precisa mostrar que a expansão gera resultados. Já a segunda precisa demonstrar que consegue sustentar os pagamentos sem comprometer o negócio.

Portanto, nenhuma é automaticamente superior. Você ainda precisa avaliar dívidas, gestão, geração de caixa e preço.

Como comparar antes de investir?

Comece pelos seus objetivos. Você pretende acumular patrimônio ou utilizar parte dos recebimentos nas despesas?

Depois, avalie:

  • A capacidade da empresa de gerar resultados.
  • A qualidade dos projetos de expansão.
  • A sustentabilidade dos dividendos.
  • O endividamento e os riscos do setor.
  • O preço e a concentração na sua carteira.

Além disso, você não precisa escolher exclusivamente uma categoria. Elas podem coexistir, desde que a combinação respeite seu perfil e planejamento.

Ações de crescimento e ações de dividendos continuam sendo renda variável. Nenhuma das estratégias garante valorização, pagamentos constantes ou preservação do capital.

Continue acompanhando o Movimento Acredita Operador para entender os investimentos e tomar decisões financeiras com mais clareza.

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Reinvestimento: o que é e como colocar em prática

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Reinvestimento é aplicar novamente o dinheiro recebido de um investimento. Isso pode envolver dividendos, juros ou valores resgatados quando uma aplicação vence.

Em vez de direcionar todo esse dinheiro ao consumo, você mantém uma parte investida. Assim, esses recursos passam a participar de novos resultados, que podem ser positivos ou negativos.

Por isso, reinvestir exige planejamento. A decisão precisa considerar seus objetivos, suas despesas e os riscos envolvidos.

Como funciona o reinvestimento?

Imagine que uma pessoa receba rendimentos e decida utilizá-los para comprar mais ativos. Esse dinheiro volta para os investimentos, em vez de sair definitivamente da carteira.

Também pode haver reinvestimento quando um título vence. Nesse caso, o valor recebido inclui o capital aplicado e os rendimentos, descontados os encargos cabíveis.

No entanto, uma nova aplicação pode oferecer condições diferentes. Taxa, prazo, liquidez e riscos precisam ser avaliados novamente.

Além disso, não é obrigatório escolher o mesmo investimento que originou o recebimento.

Reinvestimento e aporte são diferentes?

Um aporte pode vir de dinheiro novo, como uma parcela do salário. Já o reinvestimento utiliza recursos que retornaram dos próprios investimentos.

Os dois podem fazer parte do mesmo planejamento. Porém, separar esses registros ajuda a entender de onde veio o crescimento do saldo.

Se você deseja criar uma rotina, confira o artigo sobre investir todo mês.

Um exemplo simples de reinvestimento

Imagine uma pessoa que recebeu R$ 100 em dividendos. Ela decide utilizar R$ 40 em uma despesa planejada e reaplicar os R$ 60 restantes.

Nesse exemplo hipotético, houve reinvestimento parcial. Não é necessário reaplicar tudo para adotar essa prática.

Entretanto, os R$ 60 podem não ser suficientes para comprar o ativo desejado. Nesse caso, a pessoa pode aguardar outros recebimentos, observando onde o dinheiro ficará e as condições disponíveis.

Assim, a decisão respeita o orçamento e os valores mínimos de cada investimento.

Qual é a relação com os juros compostos?

Quando rendimentos permanecem aplicados e participam dos resultados seguintes, ocorre um efeito de acumulação.

Em uma aplicação com capitalização composta, os juros incorporados ao saldo entram no cálculo dos próximos períodos.

Já nas ações, reinvestir dividendos pode aumentar a quantidade de papéis. Porém, não existe uma taxa fixa garantida: preços e distribuições variam.

Portanto, reinvestir não elimina perdas nem assegura aumento do patrimônio. Também não transforma qualquer investimento em uma boa escolha.

Como reinvestir com mais critério?

Antes de reaplicar, organize estas etapas:

  1. Confira o valor líquido: observe quanto está disponível após os descontos aplicáveis.
  2. Revise suas necessidades: avalie despesas próximas, dívidas e reserva de emergência.
  3. Retome o objetivo: confirme quando poderá precisar desse dinheiro.
  4. Compare alternativas: considere preço, prazo, liquidez, custos e riscos.
  5. Registre a operação: acompanhe o destino dos recursos e a distribuição da carteira.

Além disso, evite comprar automaticamente o ativo que realizou o pagamento. Se ele já representa uma parcela elevada do patrimônio, essa escolha pode aumentar a concentração.

Como explicamos em qual investimento rende mais, a análise precisa ir além da rentabilidade apresentada.

Quando usar o dinheiro pode fazer sentido?

Reinvestir nem sempre é a prioridade.

Se uma aplicação foi criada para uma despesa planejada, utilizar o valor no momento adequado pode representar o cumprimento do objetivo.

Da mesma forma, uma mudança na renda pode exigir ajustes. Por isso, não comprometa necessidades essenciais apenas para manter o hábito de reaplicar.

Além disso, resgatar e investir novamente pode gerar custos, tributos e novos prazos. Confira essas condições antes de movimentar o dinheiro.

Como começar?

Na próxima entrada de rendimentos, registre o valor e decida conscientemente seu destino. Você pode utilizar uma parte, reinvestir outra ou ajustar o plano conforme sua realidade.

O reinvestimento é uma ferramenta de organização e acumulação, não uma promessa de enriquecimento. Seu resultado depende das escolhas, do tempo e dos riscos assumidos.

Continue acompanhando o Movimento Acredita Operador para aprender sobre investimentos e construir seu planejamento financeiro com mais clareza.

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Nova tributação de altas rendas: o que muda para investidores em 2026

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Investidores com renda elevada precisam acrescentar uma nova variável ao planejamento tributário de 2026.

A Lei nº 15.270 criou uma tributação mínima anual para pessoas físicas de alta renda, que será apurada pela primeira vez na declaração de 2027, considerando os rendimentos recebidos durante 2026.

A regra começa a atingir quem ultrapassar R$ 600 mil em rendimentos no ano.

Por isso, com a chegada do último trimestre, já é importante entender como funciona.

Quem pode ser afetado?

A nova tributação não olha apenas para salário.

Para verificar o enquadramento, a legislação considera uma base ampla de rendimentos recebidos pela pessoa física, inclusive determinados rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte, observadas as exclusões previstas na própria lei.

Isso torna a regra especialmente relevante para empresários, investidores e pessoas que recebem volumes elevados de dividendos.

Acima de R$ 600 mil, a alíquota mínima cresce progressivamente até atingir 10% para rendimentos a partir de R$ 1,2 milhão.

Mas isso não significa simplesmente cobrar 10% sobre toda pessoa que ultrapassar esse valor. O cálculo considera a metodologia e os impostos já previstos pela legislação.

E os dividendos?

Desde janeiro de 2026, existe também uma nova regra para lucros e dividendos.

Quando uma mesma empresa paga a uma mesma pessoa física residente no Brasil mais de R$ 50 mil em lucros e dividendos no mesmo mês, há retenção de 10% de Imposto de Renda na fonte sobre o valor total pago, observadas as exceções legais.

Essa retenção mensal e a tributação mínima anual fazem parte do novo sistema, mas não devem ser confundidas.

Nem todo investimento entra da mesma maneira

Esse é um ponto importante para o investidor.

A legislação prevê exclusões específicas da base da tributação mínima.

Entre elas estão, observadas as condições legais, rendimentos de LCI, LCA, CRI, CRA, determinados títulos de infraestrutura e rendimentos distribuídos por FIIs e Fiagros que atendam aos requisitos previstos na lei.

Já outros rendimentos e resultados podem integrar a análise.

Por isso, não é correto concluir que “todo rendimento de investimento passou a pagar 10%”.

A realidade é mais complexa.

2026 precisa ser analisado como um todo

Segundo o Contador do Trader, especializado em tributação de investidores, um dos principais cuidados neste primeiro ano será consolidar corretamente todas as fontes de renda da pessoa física.

Imagine alguém que recebe pró-labore, dividendos de empresas, possui investimentos financeiros e também realiza operações em Bolsa.

Analisar cada fonte isoladamente pode não mostrar se essa pessoa ultrapassou o limite considerado pela nova tributação mínima.

É necessário olhar para o ano como um conjunto.

O planejamento começa antes da declaração

A primeira apuração acontecerá na declaração de 2027, mas será baseada no que ocorreu durante 2026.

Isso significa que descobrir como a nova regra funciona somente no próximo período de Imposto de Renda pode ser tarde para organizar adequadamente as informações.

Com o último trimestre do ano em andamento, investidores de maior renda deveriam começar a consolidar seus rendimentos e entender se podem estar dentro da nova regra.

A tributação mudou.

E para quem possui diferentes fontes de renda e investimentos, acompanhar apenas o saldo da corretora já não é suficiente.

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