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Fim do Shutdown! Mercados Reagem ao Fim da Maior Paralização do Governo Americano

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Gráfico de índices futuros com tela de pregão da bolsa de Nova York

Os índices futuros dos Estados Unidos registram alta expressiva nesta quinta-feira (13), refletindo o otimismo do mercado após o encerramento da mais longa paralisação governamental da história americana. Portanto, investidores celebram a aprovação da lei de financiamento que põe fim ao impasse político em Washington.

O presidente Donald Trump assinou a legislação que encerra o shutdown, após aprovação na Câmara dos Representantes com placar de 222 a 209 votos. Sobretudo, este desfecho alivia preocupações sobre a capacidade do governo de divulgar dados econômicos cruciais para as decisões de política monetária.


Expectativa do Mercado com Relatório de Empregos

Os investidores estão focados na divulgação de dados econômicos, especialmente no relatório de empregos (payroll) de setembro, que é esperado para ser um dos primeiros indicadores lançados após o fim da paralisação. Contudo, há expectativas de que esses números possam justificar um corte nas taxas de juros do Federal Reserve.

Segundo dados recentes da pesquisa ADP, o setor privado dos EUA cortou 32 mil empregos em setembro, resultado significativamente abaixo das expectativas do mercado. Ou seja, este dado fraco reforça a tese de que o Fed poderá adotar uma postura mais dovish nas próximas reuniões.

Principais expectativas do mercado:

  • Divulgação do payroll de setembro como indicador crucial
  • Possível corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve
  • Dados fracos de emprego no setor privado
  • Impacto direto nos índices futuros dos Estados Unidos

Dow Jones Atinge Recorde Histórico de 48 Mil Pontos

Nos Estados Unidos, o Dow Jones fechou na quarta-feira com um recorde histórico, superando os 48.000 pontos, e está a caminho de registrar seu melhor desempenho semanal desde o final de junho. Portanto, o índice demonstra força mesmo em meio às incertezas políticas.

O S&P 500 também teve alta, consolidando ganhos e reforçando a confiança dos investidores no mercado americano. Contudo, o Nasdaq Composite, que concentra muitas empresas de tecnologia, variou ao longo do dia e terminou em queda, após quatro dias consecutivos de ganhos.

Performance dos principais índices:

  • Dow Jones: +0,64% no dia, superando 48.000 pontos
  • S&P 500: +0,30%, mantendo tendência de alta
  • Nasdaq Composite: variação negativa após quatro dias de ganhos

Segundo dados da S&P Global, o S&P 500 apresentou retorno acumulado de 12,65% no ano até 7 de novembro de 2025, demonstrando a resiliência do mercado de ações americano.


Balanços do Terceiro Trimestre de 2025 no Brasil

No que diz respeito aos balanços do terceiro trimestre de 2025, empresas brasileiras devem divulgar resultados que impactarão o mercado de ações. Portanto, investidores estão atentos aos números de companhias estratégicas nos setores financeiro, energia e varejo.

Empresas com divulgação esperada:

  • Banco BMG (BMGB4) – setor financeiro
  • Nubank (NUBR33) – fintechs
  • Cemig (CMIG4) – energia elétrica
  • CPFL Energia (CPFE3) – utilities
  • Localiza (RENT3) – mobilidade
  • Light (LIGT3) – energia
  • Marisa (AMAR3) – varejo
  • JBS (JBSS3) – proteínas
  • Marfrig (MRFG3) – frigoríficos

Mercados Globais Acompanham Alta dos EUA

Na região da Ásia-Pacífico, os mercados fecharam em alta na maioria das praças, impulsionados pela aprovação da lei de financiamento que encerra a paralisação do governo dos EUA. Ou seja, o efeito positivo dos índices futuros dos Estados Unidos contagiou as bolsas asiáticas.

Contudo, as ações da SoftBank continuaram sua queda pelo segundo dia, despencando 3,38%, após a gigante japonesa anunciar a venda de sua totalidade de participação de US$ 5,8 bilhões na Nvidia. Então, o objetivo é financiar o investimento estratégico na OpenAI, demonstrando a aposta da companhia em inteligência artificial.

Na Europa, os mercados estão operando em alta, acompanhando a tendência positiva das bolsas globais, também em decorrência do fim da paralisação governamental americana. Sobretudo, os investidores europeus demonstram apetite por risco renovado.

Empresas europeias com resultados esperados:

  • Siemens (tecnologia industrial)
  • Deutsche Telekom (telecomunicações)
  • Enel (energia)
  • Merck (farmacêutica)
  • Alstom (transporte ferroviário)

Além disso, dados sobre a produção industrial na União Europeia também serão divulgados hoje, fornecendo insights sobre a saúde econômica do bloco.


Commodities: Petróleo e Minério de Ferro

Em relação às commodities, os preços do petróleo registram uma queda pelo segundo dia consecutivo, devido ao aumento dos estoques de petróleo bruto nos EUA, o maior consumidor mundial. Portanto, levantam-se preocupações sobre a oferta global que pode estar acima da demanda atual.

As cotações do minério de ferro na China subiram, com os traders avaliando a demanda de curto prazo mais fraca no país, que é o principal consumidor. Contudo, há perspectivas de aumento da oferta no mercado global.

Dados do minério de ferro:

  • Bolsa de Dalian: +0,26%
  • Cotação: 772,50 iuanes (US$ 108,61)
  • Perspectiva: oferta crescente vs. demanda enfraquecida

Impacto da Paralisação Governamental nos Mercados

O shutdown americano afetou significativamente a divulgação de indicadores econômicos cruciais para as decisões do Federal Reserve. Então, sem acesso a dados como o payroll e o índice de preços ao consumidor (CPI), o banco central enfrentou desafios para calibrar adequadamente a política monetária.

Segundo análise publicada, o Fed pode não ter acesso a dados cruciais mesmo após o fim da paralisação, caso a coleta e processamento das informações tenham sido comprometidos. Ou seja, os índices futuros dos Estados Unidos podem continuar reagindo a incertezas sobre os próximos passos da autoridade monetária.


Perspectivas para os Índices Futuros dos Estados Unidos

Com o fim da paralisação governamental, os índices futuros dos Estados Unidos ganham novo impulso, apoiados por expectativas de dados econômicos e pela possibilidade de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve. Portanto, o cenário se torna mais favorável para a continuidade do rally de fim de ano.

Fatores que sustentam a alta:

  • Fim do impasse político em Washington
  • Expectativa de corte nas taxas de juros
  • Dados de emprego fracos justificando flexibilização monetária
  • Recorde histórico do Dow Jones acima de 48.000 pontos
  • Sentimento positivo dos investidores globais

Sobretudo, analistas apontam que o quarto trimestre de 2025 pode ser promissor para os mercados acionários, desde que o Federal Reserve adote uma postura mais acomodatícia e os dados econômicos confirmem a desaceleração esperada.


Conclusão: Oportunidades nos Índices Futuros

Os índices futuros dos Estados Unidos apresentam momento favorável, impulsionados pela resolução da paralisação governamental e expectativas de flexibilização monetária pelo Federal Reserve. Portanto, investidores devem acompanhar de perto a divulgação dos dados de emprego e as sinalizações do banco central americano.

O recorde histórico do Dow Jones acima de 48.000 pontos demonstra a resiliência do mercado americano, mesmo em meio a desafios políticos e econômicos. Então, este cenário oferece oportunidades tanto para investidores de longo prazo quanto para traders que operam nos mercados futuros.

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DeCripto: quem opera cripto no exterior precisa ficar atento ao prazo de outubro

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Quem utiliza criptomoedas precisa acompanhar uma nova obrigação que já está valendo em 2026: a DeCripto.

Criada pela Receita Federal, a declaração ampliou o controle sobre operações realizadas com criptoativos e merece atenção principalmente de quem utiliza exchanges no exterior, plataformas descentralizadas (DeFi), operações P2P ou negociações sem uma prestadora de serviços de criptoativos.

E outubro tem uma data importante: as operações referentes a setembro de 2026 devem ser informadas até o último dia útil do mês.

Quem precisa entregar a DeCripto?

Para pessoas físicas ou jurídicas residentes no Brasil, existe obrigação de prestar as informações quando as operações realizadas em corretoras no exterior, plataformas descentralizadas ou sem intermediário ultrapassarem, isolada ou conjuntamente, R$ 35 mil no mês.

Não estamos falando apenas de venda de Bitcoin.

A nova declaração pode envolver diferentes movimentações, como compra e venda, permuta entre criptoativos, staking, mineração, airdrops, empréstimos e determinadas transferências.

Por isso, olhar apenas para o lucro do mês não é suficiente.

O limite considera o valor das operações, e não apenas o resultado obtido pelo investidor.

Declarar não significa necessariamente pagar imposto

Esse é um ponto que costuma gerar confusão.

A DeCripto é uma obrigação de prestação de informações à Receita Federal. A existência da obrigação de informar determinada operação não significa, automaticamente, que exista imposto a pagar sobre ela.

Tributação e obrigação de informar são análises diferentes.

O Contador do Trader, escritório especializado em tributação de investidores, reforça que o investidor precisa manter o histórico das operações organizado justamente para separar essas duas situações: o que precisa ser informado à Receita e o que efetivamente gera tributação.

A Receita está ampliando o acesso às informações

A DeCripto também aproxima o Brasil do padrão internacional de troca de informações sobre criptoativos, o Crypto-Asset Reporting Framework (CARF).

Isso torna cada vez menos adequada a ideia de que operar em uma plataforma estrangeira significa estar fora do alcance das autoridades fiscais brasileiras.

Para quem utiliza várias corretoras, wallets e protocolos descentralizados, o principal desafio passa a ser manter um histórico completo das movimentações.

Organização passa a ser essencial

O mercado cripto oferece diferentes formas de negociação e custódia.

Do ponto de vista tributário, porém, essa liberdade também aumenta a responsabilidade do investidor sobre seus próprios registros.

Quem opera em exchanges estrangeiras, DeFi ou diretamente por carteiras precisa saber onde operou, quanto movimentou e quais operações realizou.

Com a DeCripto em vigor, deixar essa organização apenas para o período do Imposto de Renda pode se tornar um problema.

Para quem movimentou mais de R$ 35 mil nessas condições em setembro, outubro é o momento de verificar se existe obrigação de entrega.

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Day Trade e Swing Trade: 5 erros tributários que o investidor deve evitar

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Quem opera na Bolsa costuma acompanhar resultado, preço e desempenho das operações. Mas existe outro controle que não pode ficar para depois: a tributação.

Erros aparentemente simples podem gerar impostos calculados incorretamente, perda do histórico de prejuízos e problemas na declaração de Imposto de Renda.

Veja cinco dos mais comuns.

1. Misturar Day Trade e Swing Trade

Day trade e operações comuns possuem tratamentos tributários diferentes.

Por isso, resultados e prejuízos precisam ser controlados corretamente conforme a modalidade da operação.

Misturar tudo em uma única conta pode resultar em uma apuração incorreta.

2. Não controlar o custo médio

Comprou o mesmo ativo várias vezes por preços diferentes?

O custo de aquisição precisa ser acompanhado corretamente para que, no momento da venda, seja possível determinar o resultado tributável.

Quanto mais operações o investidor realiza, mais difícil fica reconstruir essas informações no final do ano.

3. Esquecer os prejuízos anteriores

Prejuízos também fazem parte da vida tributária do investidor.

Dentro das regras aplicáveis, eles podem ser utilizados para compensar ganhos futuros. Por isso, perder esse histórico pode fazer o investidor pagar imposto sem considerar informações importantes de períodos anteriores.

4. Achar que o IRRF já resolveu o imposto

A existência do chamado “dedo-duro”, o Imposto de Renda Retido na Fonte, não significa necessariamente que todo o imposto devido na operação já foi recolhido.

O investidor ainda precisa realizar sua apuração e verificar eventual imposto a pagar.

5. Deixar tudo para a declaração anual

Este talvez seja o erro mais frequente.

A organização tributária de quem opera renda variável acontece durante o ano, e não apenas quando chega o período de entregar o Imposto de Renda.

A própria declaração trabalha com informações mensais sobre resultados, prejuízos, IRRF e impostos pagos.

O Contador do Trader, escritório especializado em tributação de investidores, reforça justamente a importância do acompanhamento periódico das operações. Manter custos, resultados, prejuízos e impostos organizados mensalmente reduz significativamente o trabalho de reconstrução das informações posteriormente.

Organização também faz parte do investimento

A corretora mostra quanto você comprou, vendeu e qual é a sua posição.

Mas a responsabilidade de manter a situação tributária organizada continua sendo do contribuinte.

Por isso, para quem opera com frequência, existe uma regra simples: não espere a declaração anual para descobrir como estão os impostos dos seus investimentos.

A organização tributária deve acompanhar as operações ao longo de todo o ano.

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Simples Nacional Híbrido: empresas têm até 30 de setembro para decidir sobre IBS e CBS

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A Reforma Tributária já começou a exigir decisões das empresas. E uma das mais importantes para quem está no Simples Nacional acontece agora.

Entre 1º e 30 de setembro de 2026, empresas do Simples podem optar por recolher IBS e CBS pelo regime regular a partir de 2027, mantendo os demais tributos dentro do Simples.

Esse modelo ficou conhecido informalmente como Simples Nacional Híbrido.

O que muda na prática?

A empresa poderá seguir por dois caminhos: manter IBS e CBS dentro da sistemática do Simples ou optar pelo recolhimento desses dois tributos pelo regime regular, fora do DAS.

E não existe uma escolha que seja melhor para todas as empresas.

A decisão pode afetar carga tributária, geração de créditos, formação de preço, fluxo de caixa e competitividade.

Empresas que vendem principalmente para outras empresas (B2B), por exemplo, merecem atenção especial, porque a geração de créditos de IBS e CBS pode ter impacto na relação comercial com seus clientes.

Não olhe apenas para a alíquota!

Um dos erros será comparar apenas quanto a empresa aparentemente pagará de imposto em cada modelo.

A análise precisa considerar faturamento, margem, fornecedores, clientes, créditos tributários, fluxo de caixa e estrutura da operação.

Segundo o Contador do Trader, que atua na área de contabilidade e planejamento tributário para pessoas físicas e jurídicas, o ideal é que a empresa simule os dois cenários antes de formalizar a escolha.

Uma empresa B2C pode chegar a uma conclusão completamente diferente de uma empresa B2B, mesmo que ambas estejam no Simples Nacional.

E se a empresa não fizer a opção?

Para quem já está regularmente no Simples Nacional, não optar pelo regime regular significa, em linhas gerais, permanecer com IBS e CBS dentro da sistemática do Simples no primeiro semestre de 2027.

O problema, portanto, não é necessariamente permanecer.

O risco é deixar o prazo passar sem descobrir qual cenário seria mais vantajoso para o negócio.

A escolha feita em setembro produzirá efeitos no primeiro semestre de 2027, e haverá uma nova janela de opção posteriormente para o segundo semestre.

A Reforma Tributária já começou

Muitos empresários ainda enxergam 2027 como o início da Reforma Tributária.

Na prática, decisões que afetarão 2027 já precisam ser tomadas em 2026.

O prazo do Simples Nacional é um exemplo claro disso.

Antes de escolher, coloque os dois cenários na ponta do lápis. A melhor alternativa não será necessariamente aquela que parece ter a menor alíquota, mas aquela que produz o melhor resultado tributário e financeiro para a realidade da empresa.

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