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Mercado Nacional

Os 10 FIIs que mais pagaram e os 10 que mais Valorizaram em 2025

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O ano de 2025 será lembrado como o período de virada de chave para o mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) no Brasil. Após um ciclo de incertezas e alta de juros, o setor não apenas se recuperou, mas demonstrou uma resiliência e capacidade de entrega de resultados que superaram as expectativas mais otimistas. O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), principal termômetro do mercado, encerrou o ano com uma valorização expressiva de aproximadamente 21,14%, marcando o melhor desempenho anual desde 2019.

Para o investidor que busca renda passiva e crescimento de capital, entender quais fundos lideraram o mercado é crucial. Este artigo apresenta o ranking completo dos 10 FIIs que mais pagaram dividendos e os 10 que mais valorizaram em 2025, oferecendo uma análise setorial aprofundada para guiar suas decisões.

Os campeões de renda: Top 10 FIIs com maior Dividend Yield (DY) em 2025

A busca por proventos isentos de Imposto de Renda (IR) é o principal atrativo dos FIIs. Em 2025, o ranking de Dividend Yield (DY) foi dominado pelos fundos de “papel” (recebíveis imobiliários), que se beneficiaram certamente da manutenção de taxas de juros reais elevadas, e por fundos de “tijolo” que realizaram eventos extraordinários.

Tabela 1: Ranking de Dividend Yield (DY) – Top 10

PosiçãoTickerSegmentoDividend Yield 2025 (%)
HCTR11Recebíveis22,49%
GZIT11Shopping21,53%
VGRI11Escritório20,54%
BPML11Shopping20,52%
KIVO11Recebíveis19,19%
CACR11Recebíveis18,95%
RZAK11Recebíveis18,67%
KORE11Escritório18,24%
OUJP11Recebíveis17,62%
10ºLIFE11Recebíveis17,20%

Análise detalhada dos líderes em proventos

O HCTR11 (Hectare CE) manteve-se no topo da lista de pagadores, com um DY de 22,49%. Contudo, é fundamental que o investidor compreenda o contexto: o fundo é um expoente do segmento High Yield, investindo em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de maior risco. O elevado yield é, em parte, potencializado pelo “efeito denominador”, onde a desvalorização da cota de mercado eleva matematicamente a taxa de retorno sobre o preço atual.

Em contraste, o GZIT11 (Gazit Malls), com 21,53%, e o BPML11 (BTG Pactual Shoppings), com 20,52%, demonstraram a força do setor de varejo físico. A recuperação do consumo e a gestão ativa de portfólio permitiram distribuições robustas, com o GZIT11 se destacando por eventos extraordinários, como a venda de participações minoritárias em ativos maduros, impulsionando o yield para patamares acima de 21%.

Os FIIs que mais valorizaram: Top 10 em retorno total em 2025

A valorização das cotas, medida pelo retorno total (que inclui a variação do preço da cota somada aos dividendos), foi a grande surpresa de 2025. Este movimento foi impulsionado por fatores como a queda gradual das taxas de juros futuras e uma onda de fusões e aquisições no setor.

Tabela 2: ranking de valorização (retorno total) – Top 10

PosiçãoTickerNome do FundoRetorno Total 2025 (%)
FVPQ11Via Parque Shopping106,99%
CNES11Cenesp81,68%
NSLU11Hospital N. Sra. Lourdes62,65%
EURO11Europar54,33%
BTRA11BTG Pactual Terras Agrícolas51,01%
PATL11Pátria Logística45,23%
RECT11REC Renda Imobiliária43,86%
RBRL11RBR Log43,62%
FIIP11RB Capital Renda42,92%
10ºBLMG11BlueMacaw Logística41,60%

Análise detalhada dos líderes em valorização

A liderança do FVPQ11 (Via Parque Shopping), com uma alta de 106,99%, é o caso mais emblemático do ano. Sua valorização estratosférica foi catalisada por uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) que revelou o desconto excessivo com que o fundo era negociado em relação ao seu valor patrimonial. Este evento serviu portanto de alerta para o mercado sobre o potencial de correção de preços em fundos monoativos de qualidade.

Outro destaque foi o CNES11 (Cenesp), que subiu 81,68%. O fundo, dono de um grande complexo de escritórios em São Paulo, protagonizou uma reviravolta operacional, concluindo um projeto de retrofit e garantindo a locação de grandes áreas para inquilinos de alto crédito, o que fez o preço de suas cotas disparar em busca da convergência com o valor patrimonial.

O setor logístico também marcou presença forte com fundos como PATL11, RBRL11 e BLMG11. A tese logística continuou vencedora devido à baixa vacância em regiões estratégicas e ao crescimento contínuo do e-commerce. O PATL11, em particular, beneficiou-se das negociações para sua incorporação por um fundo gigante, gerando assim grande otimismo entre os cotistas.

O contexto macro e a força setorial em 2025

O sucesso dos FIIs em 2025 não foi um evento isolado, mas sim o resultado de um cenário macroeconômico favorável e de tendências setoriais bem definidas.

Panorama macroeconômico

O ano foi marcado por uma inflação controlada, o que permitiu ao Banco Central manter uma expectativa de cortes graduais na taxa Selic. A possível queda dos juros é certamente o principal catalisador para o mercado de FIIs:

1.Custo de oportunidade: Com a renda fixa pagando menos, os dividendos isentos de IR dos FIIs tornam-se muito mais atrativos, atraindo capital de volta para a renda variável.

2.Avaliação de ativos: Taxas de juros menores reduzem a taxa de desconto usada no valuation dos imóveis, elevando assim o valor patrimonial dos fundos de “tijolo”.

Análise setorial aprofundada

1. Logística: A era do e-commerce

O setor logístico em 2025 foi marcado por uma onda de fusões e aquisições. Grandes gestoras buscaram escala para reduzir custos e aumentar o poder de barganha. A demanda por espaços de “last mile” (entrega rápida) impulsionou os aluguéis, especialmente em imóveis localizados no entorno de grandes centros urbanos, onde a vacância se manteve próxima de zero.

2. Shoppings: O retorno do consumo

Os shopping centers provaram seu valor como centros de convivência. Fundos focados em ativos dominantes em grandes capitais apresentaram crescimentos de dois dígitos no fluxo de caixa. O aumento nas vendas por metro quadrado permitiu reajustes de aluguel acima da inflação, beneficiando assim o fluxo de caixa dos fundos.

3. Lajes corporativas: A fuga para a qualidade

O setor de escritórios demonstrou uma forte recuperação. A consolidação do trabalho presencial ou híbrido forçou as empresas a buscarem espaços de alta qualidade (Triple A). Isso gerou uma “fuga para a qualidade” (flight to quality), onde prédios modernos em regiões nobres atingiram preços recordes de locação.

4. Papéis (recebíveis): A defesa do portfólio

Os FIIs de papel continuaram essenciais para a diversificação. Com a manutenção de juros reais elevados, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA+ entregaram retornos reais muito robustos, oferecendo assim proteção contra a inflação e consistência nos dividendos.

Riscos e considerações finais

Apesar do ano brilhante, o investidor deve manter a cautela. O caso do HCTR11 serve certamente como um lembrete de que dividendos extremamente altos muitas vezes escondem riscos estruturais ou de crédito. A diversificação entre setores (logística, shoppings, papel, escritórios) e a análise da qualidade dos ativos subjacentes continuam sendo portanto as melhores defesas contra a volatilidade.

Para 2026, a expectativa é de que o mercado de FIIs continue a crescer, impulsionado pela consolidação de fundos maiores e mais líquidos, o que deve por fim aumentar a segurança institucional do setor.

Análise Técnica

Anatomia do gatilho: A vela de referência e o gráfico de 2 dias

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Gráfico de análise técnica mostrando uma vela de referência corrigindo até a Média Móvel Exponencial de 8 períodos (MME8) no gráfico de 2 dias, com o gatilho de entrada com Call a seco sinalizado acima da máxima da vela.

No primeiro artigo desta série, estabelecemos a fundação psicológica e a gestão de risco para nossa operação com R$ 200,00. Agora, adentramos a fase cirúrgica da estratégia: a execução técnica. Para ter sucesso com derivativos na Bolsa de Valores do Brasil, é crucial entender que a entrada precisa então ser precisa. Neste artigo, vamos dessecar a anatomia exata do gatilho de entrada com Call a seco, utilizando a força unificada do gráfico de 2 dias e da média móvel exponencial. Portanto, a paciência que pregamos anteriormente deve se traduzir agora em disciplina analítica.

1. A potência do gráfico de 2 dias (2D)

A escolha do gráfico de 2 dias (2D) é o nosso primeiro diferencial competitivo. Enquanto a maioria dos investidores se perde no barulho das oscilações intraday ou mesmo do gráfico diário, nós buscamos a clareza da tendência de alta estrutural. No mercado financeiro brasileiro em 2026, onde a volatilidade é constante, um tempo gráfico maior funciona como um poderoso filtro.

  • Filtro de ruído: O gráfico de 2 dias “limpa” movimentos impulsivos de 24 horas.
  • Decisão racional: Você tem dias, não minutos, para planejar sua entrada.
  • Menor frequência, maior qualidade: Menos trades significam menor custo operacional e certamente maior foco em setups de alta probabilidade.

2. O pilar da média móvel exponencial (MME8)

A média móvel exponencial de 8 períodos (MME8) não é um simples indicador; ela representa o suporte dinâmico da tendência que queremos surfar. Ao contrário da média aritmética simples, a MME reage mais rapidamente às mudanças recentes de preço.

A lógica da correção técnica

A tendência nunca se move em linha reta. Após um movimento de alta forte, portanto é natural que ocorra uma correção técnica de investidores realizando lucros. Nosso setup busca exatamente esse momento de “respiro”. Não compramos o ativo quando ele está esticado e caro. Em vez disso, esperamos pacientemente que o preço venha até nós, testando a força da MME8 como suporte dinâmico. Ademais, essa abordagem técnica é amplamente discutida e detalhada nos tutoriais avançados do Sharks Investment, onde a precisão operacional é prioridade absoluta.


3. Anatomia da vela de referência (O gatilho)

Este é o ponto crucial. A vela de referência (candle) é a chave que abre a nossa operação. Sem ela, não há trade. Portanto ela deve aparecer exatamente após uma correção técnica na média.

Os três critérios da vela de referência:

  1. Toque na média: A vela de 2 dias deve ter sua mínima ou corpo tocando ou se aproximando significativamente da Média móvel exponencial (MME8).
  2. Mantenha a máxima acima: Mesmo tocando a média (indicando suporte), a máxima desta vela de 2 dias deve obrigatoriamente fechar e se manter acima da MME8. Isso sinaliza que, apesar da correção, a força compradora está ativa e defendendo o preço.
  3. Identificação visual: No momento em que essa vela fecha (após os 2 dias), ela se torna nossa vela de referência. Sua máxima se torna o nosso preço de gatilho.

A identificação precisa dessa vela é o que garante que nosso gatilho de entrada com Call a seco não seja um falso sinal. É a confirmação técnica de que o descanso acabou e que o ativo pode estar assim pronto para retomar sua tendência de alta.


4. A execução da entrada

Com a vela de referência identificada e sua máxima marcada, o gatilho de entrada com Call a seco está oficialmente armado. A execução agora é mecânica, exigindo disciplina total.

  1. Aguarde o rompimento: A entrada ocorre somente quando o preço do ativo objeto supera a máxima da vela de referência.
  2. Ordem de compra: O investidor profissional utiliza ordens “stop de compra” (buy stop) colocadas ligeiramente acima do preço da máxima para garantir que a entrada só seja executada se a força compradora confirmar o movimento.
  3. Não antecipe: A maior tentação é tentar comprar a Call no meio da correção, antes que o gatilho seja acionado. Por outro lado, o gatilho de entrada com Call a seco só é válido com a superação da máxima. Antecipar a entrada aumenta dramaticamente o risco de falsos rompimentos.

Na Sharks Investment, sempre enfatizamos a importância de ‘deixar o mercado vir até você’, uma filosofia que separa os amadores dos profissionais na Bolsa de Valores.


5. Ligando os pontos: O setup completo

Vamos consolidar como este gatilho se encaixa na nossa estratégia com capital reduzido:

  • Ativo objeto: Identifique uma ação com tendência de alta no 2D.
  • Tempo gráfico: Use o gráfico de 2 dias (2D).
  • Indicador: Ative a Média Móvel Exponencial (MME8).
  • Aguarde: Espere uma correção técnica onde o preço toca a média.
  • Identifique: Marque a vela de referência (aquela com high > MME8 após o toque).
  • Defina: O gatilho é a superação da máxima dessa vela.
  • Derivativo: Quando o gatilho é acionado no ativo objeto, você executa a compra da sua Call OTM (a ser detalhada no Artigo 3), respeitando o custo unitário de até R$ 1,00 e o capital total de R$ 200,00 por operação.

6. Gerenciamento mental e disciplina

Executar o gatilho de entrada com Call a seco profissionalmente exige um controle mental rigoroso. A educação financeira ensina que o hábito de seguir o plano precede o sucesso consistente.

Se você tem dificuldade em manter a paciência, lembre-se do amor e da calma que precisamos ao cuidar de quem nos apoia em casa. No mercado, essa mesma calma se traduz em disciplina técnica. O mercado da Bolsa de Valores não perdoa a ansiedade, mas recompensa generosamente a paciência metódica.

O poder da confirmação técnica

A espera pela confirmação técnica (o rompimento da máxima) é o que protege seu capital de R$ 200,00 de tentativas frustradas. Você não está “chutando” que o mercado vai subir; você está operando com base na probabilidade de que a força compradora que defendeu a máxima da vela de referência é real.


7. FAQ

Qual é o gráfico ideal para swing trade em opções na B3?

O gráfico de 2 dias (2D) é excelente porque filtra o ruído de curto prazo e oferece uma visão clara da tendência estrutural.

O que é uma vela de referência no setup MME8?

É uma vela de 2 dias que corrige e toca a Média Móvel Exponencial (MME8), mas mantém sua máxima acima da média.

Quando ocorre a entrada no setup MME8?

A entrada ocorre somente quando o preço supera a máxima da vela de referência.

Por que usar a média móvel exponencial (MME8)?

A MME8 reage mais rápido ao preço e serve como um suporte dinâmico eficaz para identificar retomadas de tendência.


Conclusão

A anatomia do gatilho de entrada com Call a seco no gráfico de 2 dias une clareza, paciência e força técnica. Ao utilizar a força unificada da MME8, da vela de referência e da confirmação de superação de máxima, você cria então uma vantagem estatística profissional para suas operações na Bolsa de Valores.

No próximo artigo desta série, deixaremos a análise do ativo objeto e mergulharemos no mercado de derivativos. Abordaremos como selecionar o strike ideal e o vencimento estratégico para maximizar o potencial da sua alavancagem profissional, mas mantendo o custo unitário e o aporte total dentro das regras da nossa estratégia com capital reduzido.

Você está pronto para identificar seu próximo gatilho?

Abra seu gráfico de 2 dias hoje mesmo, adicione a MME8 e comece a treinar sua visão para encontrar as velas de referência perfeitas nos ativos em tendência de alta.

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Análise Técnica

ABCB4 Vale Comprar Agora? Análise Técnica do Banco ABC Brasil

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ABCB4 volta ao radar dos investidores após apresentar um comportamento técnico bastante consistente. No gráfico de longo prazo, ABCB4 mantém uma clara tendência primária de alta, mesmo com algumas oscilações nos tempos gráficos menores. Nesse contexto, a leitura feita por Charlles Nader indica que o ativo pode estar preparando uma nova pernada de valorização, especialmente se determinadas regiões de preço forem superadas.

Portanto, entender a estrutura do movimento e os níveis operacionais pode ajudar o investidor a avaliar melhor o momento atual do papel.


Contexto Estrutural de ABCB4

Segundo a análise apresentada, ABCB4 possui uma primária de alta bem definida, algo que fica mais evidente ao observar o gráfico mensal.

Entretanto, quando o investidor analisa tempos gráficos menores, como semanal ou diário, podem surgir movimentos de correção ou tendências terciárias de baixa, que muitas vezes criam ruídos e podem dar a impressão de mudança estrutural.

Ainda assim, ao ampliar a leitura para o gráfico de 60 dias, a tendência principal fica mais clara e organizada visualmente. Dessa forma, esse timeframe ajuda a reduzir o ruído e facilita a interpretação do movimento predominante do ativo.

Nesse cenário, a leitura estrutural permanece positiva.


ABCB4 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, o ativo apresenta a base estrutural da tendência.

A região de R$ 27,10 surge como um ponto importante para ativação de compra. Caso o preço supere esse nível, a movimentação pode indicar a continuidade da estrutura altista.

Além disso, ao observar as pernadas formadas no gráfico de 60 dias, cada vela representa aproximadamente três meses de negociação. Com isso, é possível projetar um possível deslocamento de preço baseado no movimento anterior.

Diante dessa leitura, o alvo projetado pode chegar próximo de R$ 37.

Contudo, o comportamento mais comum seria o ativo lateralizar antes de continuar subindo. Ainda assim, caso o mercado permaneça forte, existe a possibilidade de o papel buscar diretamente esse objetivo.


ABCB4 no Gráfico de 60 Dias

No timeframe de 60 dias, o movimento fica mais limpo e mais fácil de interpretar.

Nesse contexto, a estrutura atual sugere que o ativo pode estar armando uma nova perna de alta, o que reforça a importância da região de rompimento mencionada.

Consequentemente, o acompanhamento desse timeframe pode oferecer uma visão mais confortável da tendência, evitando ruídos presentes em gráficos menores.


Pontos Operacionais para ABCB4

De acordo com a análise apresentada, a operação proposta seria baseada em rompimento.

Entrada

  • Compra acima de R$ 27,10 a R$ 27,14

Stop

  • Região de R$ 25,57

Nesse cenário, o risco aproximado seria de cerca de 5% de perda caso o stop seja acionado.

Por outro lado, os alvos potenciais indicam um risco-retorno bastante interessante.

Primeiro alvo

  • Região próxima de R$ 31,89

Alvo mais ambicioso

  • Região de R$ 37 a R$ 38

Dessa forma, a relação risco-retorno pode alcançar aproximadamente 3 para 1 ou até 4 para 1, dependendo do ponto de saída adotado pelo investidor.

Assim, mesmo que o preço não alcance o alvo máximo projetado, ainda existe possibilidade de capturar um movimento intermediário relevante.


Indicadores Fundamentais Citados

Além da leitura gráfica, alguns dados mencionados ajudam a contextualizar o ativo.

Nos últimos dois meses, o dividend yield mencionado é de aproximadamente 9,83%.

Ao mesmo tempo, o P/VPA está em torno de 0,94, nível considerado saudável dentro da análise apresentada.

Segundo a explicação feita no vídeo, o ideal seria comprar bancos com múltiplos ainda mais baixos, próximos de 0,6, quando possível. Ainda assim, pagar um pouco abaixo ou próximo de 1 pode continuar sendo considerado dentro de uma faixa aceitável.

Nesse contexto, o ativo ainda poderia apresentar espaço para valorização caso o múltiplo se expanda.


Conclusão Estratégica

A leitura final indica que ABCB4 permanece dentro de uma estrutura positiva, com tendência primária de alta claramente definida.

Diante disso, a estratégia apresentada consiste em aguardar o rompimento da região de R$ 27,10, evitando antecipações. Caso a entrada seja confirmada, o risco estimado gira em torno de 5%, enquanto os alvos podem variar entre aproximadamente 16% e até 38% de potencial, dependendo da condução do trade.

Portanto, segundo a análise, trata-se de um cenário em que o risco assumido pode compensar caso o movimento de alta se desenvolva conforme projetado.

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Análise Técnica

CXSE3 (Caixa Seguridade): Vale Comprar Agora? Análise Técnica do Ativo

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A CXSE3, ticker da Caixa Seguridade, volta ao radar dos investidores após apresentar uma trajetória de valorização consistente desde o seu lançamento em bolsa. CXSE3 teve seu IPO realizado em abril de 2021 e, desde então, o comportamento do ativo mostra um movimento estrutural interessante no gráfico. Nesse contexto, observar a evolução do preço de CXSE3 e identificar possíveis pontos de entrada passa a ser essencial para quem acompanha o ativo.

Além disso, a empresa apresenta fundamentos relevantes. A Caixa Seguridade foi criada em 2015 e, nos últimos 12 meses, gerou mais de R$ 4 bilhões em lucro, reforçando a atratividade do papel no mercado. Dessa forma, a análise técnica busca agora identificar oportunidades dentro da tendência que vem se consolidando ao longo dos últimos anos.


Contexto Estrutural de CXSE3

O histórico do papel começa no IPO realizado em abril de 2021, quando o ativo foi lançado próximo da região de R$ 7,08. Após o início de negociação, o comportamento do preço passou por algumas fases naturais do mercado.

Primeiramente, o papel chegou a subir após o lançamento. Entretanto, logo em seguida entrou em um período de lateralização, típico de ativos que ainda estão sendo precificados pelo mercado.

Contudo, a partir de 2023, o movimento mudou de característica. O preço conseguiu superar o valor de lançamento e iniciou um processo de valorização mais consistente. Esse tipo de comportamento costuma indicar saúde no ativo, já que o mercado passa a reconhecer valor acima do preço inicial do IPO.

Além disso, ao observar o histórico recente, percebe-se que o papel vem oferecendo pontos de entrada interessantes no gráfico mensal, muitos deles com desempenho positivo posteriormente.

Por exemplo, houve entradas relevantes próximas de R$ 8,80, que posteriormente geraram movimentos importantes de valorização.


CXSE3 no Gráfico Mensal

No gráfico mensal, o ativo apresenta uma estrutura que vem gerando oportunidades interessantes ao longo dos últimos anos.

Em determinados momentos, operações chegaram a gerar pequenos stops. Entretanto, em diversas ocasiões o preço simplesmente iniciou o movimento de alta sem retornar.

Um exemplo citado ocorre com investidores que compraram próximo de R$ 13, momento em que o ativo chegou a passar por um período de consolidação antes de continuar a subida.

Posteriormente, uma nova operação surgiu próxima de R$ 13,90, seguida por mais um avanço do preço.

Atualmente, o papel se encontra na região de aproximadamente R$ 17, aguardando a formação de um novo ponto de entrada dentro da lógica do setup utilizado.

Nesse cenário, a ideia é aguardar uma compra bem definida no gráfico mensal, respeitando a estrutura do movimento que o ativo vem apresentando desde 2023.


CXSE3 e a Continuidade da Tendência de Alta

Observando o comportamento recente do ativo, percebe-se que desde meados de 2023 o papel iniciou uma trajetória de alta expressiva.

Inicialmente, houve um movimento forte naquele período. Em seguida, o ativo voltou a apresentar continuidade no final de 2023 e início de 2024.

Mais recentemente, desde o final do ano passado, o preço voltou a ganhar força e iniciou mais uma pernada de valorização.

Diante desse cenário, surge a possibilidade de o ativo continuar sua trajetória até a região próxima de R$ 21,57, caso o movimento atual mantenha a mesma característica observada anteriormente.


CXSE3 no Gráfico de 3 Dias

Embora a análise principal esteja baseada no gráfico mensal, o objetivo é buscar uma otimização de risco utilizando o gráfico de 3 dias.

Isso acontece porque os timeframes menores estão com muito ruído, o que pode gerar entradas e stops sucessivos antes que o movimento principal se confirme.

Nesse contexto, o gráfico de 3 dias passa a ser utilizado como um filtro operacional para melhorar o gerenciamento de risco.

A lógica é simples: identificar no gráfico de 3 dias o mesmo setup utilizado nos gráficos maiores, porém com um risco reduzido.


Pontos Operacionais em CXSE3

De acordo com a estrutura observada no gráfico mensal, os níveis operacionais mencionados são:

Entrada: R$ 18,65
Stop: R$ 17,19
Alvo: R$ 21,57

Nesse cenário, o gerenciamento de risco indicaria aproximadamente:

  • Risco: cerca de 8%
  • Potencial de ganho: cerca de 16%

Portanto, trata-se de uma relação risco-retorno considerada interessante.

Contudo, o objetivo é melhorar essa condição utilizando o gráfico de 3 dias.

Caso o setup apareça nesse timeframe, o trader poderia reduzir o risco para algo entre 2% e 3,5%, mantendo o mesmo alvo projetado.

Consequentemente, o gerenciamento de risco se torna mais eficiente.

Um exemplo semelhante ocorreu anteriormente no ativo:

  • Compra próxima de R$ 16,21
  • Stop em R$ 15,40

Nesse caso, quem utilizou o gráfico mensal teve um risco aproximado de 5,83%.

Por outro lado, quem utilizou o gráfico de 3 dias conseguiu operar com cerca de 2,82% de risco, mantendo o mesmo potencial de ganho.


Conclusão: O Que Fazer com CXSE3 Agora?

A Caixa Seguridade apresenta características interessantes dentro da análise técnica, especialmente pela capacidade do ativo de gerar movimentos expressivos de continuidade quando entra em tendência.

Além disso, o histórico recente mostra que desde 2023 o papel vem construindo pernadas relevantes de valorização, o que mantém o ativo no radar.

Diante disso, a estratégia mencionada é aguardar o setup de compra próximo da região de R$ 18,65.

Entretanto, a preferência é que essa entrada seja confirmada no gráfico de 3 dias, pois isso permitiria reduzir o risco da operação enquanto se busca o alvo projetado em R$ 21,57.

Caso essa estrutura se confirme, a ideia é participar do movimento de alta da CXSE3, que pode continuar sua trajetória caso mantenha o comportamento observado nos últimos anos.

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